
Não sei onde andei nos últimos tempos, talvez afogado em trabalho, de tal modo que só soube esta semana que passou que os The Corrs vinham actuar no Pavilhão Atlântico em Lisboa após terem passado por Braga, tão londe de minha casa e num dia impróprio para viajar até lá cima... Ora se perdesse este concerto com certeza que não me perdoar à minha pessoa, tal como não nunca me perdoei de não ter assistido a um concerto de Queen com o Freddie, embora nesse caso fosse diferente pois não dependia de mim mas sim da minha idade na altura e posteriormente da tragédia.
Mas para mim o momento é de felicidade pois, FINALMENTE, vou poder assistir a um dos concertos por que esperei desde que me lembro de ir para o emprego a ouvir todos os dias os álbuns dos The Corrs, nada melhor para chegar bem disposto ao local de trabalho e para tornar a viagem de casa ao emprego mais tolerável, uma vez que ir de autocarro e metro pode ser uma experiência muito aborrecedora!
Claro que mesmo que não tivesse companhia para ir ao concerto jamais iria deixar de ir porque nunca se sabe quando a oportunidade torna a aparecer, mas como tenho ainda melhor, e que bela companhia é, com certeza que vai ser muito bom e divertido, a expectativa é muito grande e com certeza que o coração vai batendo mais forte conforme os dias viram horas, as horas minutos e os minutos segundos. Prevê-se casa cheia e ainda bem pois sala cheia com todas as pessoas a cantar tem resultados arrepiantes, claro que no bom sentido da palavra.
De tudo isto só lamento uma coisa, o facto de ser um concerto sentado não permite o que todos querem fazer, ou seja, a maior parte das pessoas certamente que gostariam de dançar ao som da música dos The Corrs e embora se possam levantar sempre se arriscam a levar com um 'Vamos a sentar! Estou a tentar ver!' de pessoas que possivelmente de arrongância não estarão assim tão inocentes!
Outra noticia relativa ao concerto é que a Caroline Corr, a baterista, não acompanha a banda pois teve uma bébé à pouco tempo e por isso tem que se dedicar às tarefas maternas, e por isso, só mesmo por isso, estás perdoada! hehehe...
E quando se quer uma coisa muito não se olha a custos e não me arrependo de dar o que dei para estar mais perto do palco quando a experiência é única na vida. Já não falta muito e os dias que faltam deveriam ser mais curtos para que a ansiedade fosse satisfeita o mais rápido possivel porque o coração aguenta mas só até certo ponto.... hum... ok... talvez esteja a exagerar um bocadito...
