terça-feira, maio 31, 2005

Fim-de-semana acidentado

3 semanas tinham finalmente passado e naquela sexta-feira à noite, véspera de mais um sábado que prometia ser delicioso, aquela notícia fez o mundo desabar, mesmo que por algumas horas, como depois viemos a descobrir, e a distância não me permitiu dar-te um abraço de conforto, entre tanta impotência restava-me somente ver-te por uma pequena janela bem lá ao longe e imaginar-me ao teu lado, fazendo sentires-te mais segura e menos só.

Bem cedo, ao mesmo tempo que o sol também acordava, estava a caminho do teu coração, e a meio da minha jornada recebi finalmente a boa nova, o que só por si tornou a longa caminhada mais fácil e, já perto de ti, o dia sorriu e convidei-te para irmos passear até a um ponto das minhas origens e visitar uma pessoa bastante especial.

Após a surpresa da nossa visita, deliciámo-nos nos 3 Pipos e descansámos da longa distância que separava o nosso ponto de partida ao de chegada. Foi engraçado receber o telefonema de uma preocupada pessoa que convidáva-nos para uma sobremesa mais caseira. De estomâgo cheio, passeámo-nos pela rústica casa e fugimos para a varanda, longe dos olhos mais conservadores, para trocarmos uns abraços de saudades e beijos de amor.

Antes de regressarmos ainda deu tempo para conhecer algumas das histórias que uma mente jovem e um corpo cansado guardam para sempre, mas o melhor foi ver o brilho emotivo nos olhos de uma pessoa de 94 anos, porque mesmo depois de viver tanto ainda se consegue emocionar perante um casal de namorados.
Foram cerca de 700km de boa disposição e aventura e o melhor ainda estava para acontecer, o dia a raiar e poder ver-te abrir os olhos pela primeira vez, podemos ter ficado cheios de jeitos, mas foi algo muito especial.
Quando supostamente deveria estar a dormir em Lisboa, estava a tomar pequeno-almoço com a minha mais-que-tudo num café em Braga, e já que o dia ainda mal tinha acordado tínhamos todo o tempo do mundo para fazer o que bem entendessemos, a primeira coisa que me veio à cabeça foi o que me tinhas sugerido no dia anterior... Melgaço! E assim lá fomos, e acho que foi, como se costuma dizer, a cereja no bolo após um fim-de-semana diferente de todos os outros que passámos, e pela primeira vez senti que me deixaste entrar na tua vida e nas tuas origens, e de tudo o que vimos e visitámos em Melgaço e arredores, o que me tocou mais fores teres cumprido parte de uma promessa que fizeste a alguém que te é muito querido e chegado. A outra parte da promessa poderás cumprir quando quiseres, já que é só me dizeres onde e quando que mostraremos o quanto é importante honrarmos o desejo de uma pessoa especial.
Almocinho rápido e o inevitável regresso a Lisboa, e foi uma surpresa tamanha ter recebido o teu "assustado" telefonema, quase como que tivessemos regressado à noite de sexta-feira. Mas desta vez pareceu ser um caso mais sério e por isso não consegui tirar da cabeça a preocupação pelo teu bem estar e pela resolução do caso. A minha preocupação era tal que as pessoas que estavam comigo sentiram isso e tentaram analisar as coisas comigo, não só por curiosidade mas também por mim e por ti.
Quando menos esperava, as noticias chegaram e não eram animadoras, no entanto não se verificaram os nossos piores medos, o que por si só já é o suficiente para respirarmos bem fundo de alívio, e o mais estranho foi ter estado ao telefone e tudo parecer bem, acho que ninguém estava à espera, eu pelo menos não estava...
O fim-de-semana a acabar e logo no dia a seguir fiquei boquiaberto, feliz e ri-me quando entre acidentes atrás de acidentes de percurso surge, provavelmente a notícia mais surpreendente, afinal a pessoa que parecia estar no escuro no meio da nossa relação já me tinha visto à um bom tempo e tinha-se mantido silenciosa, curiosamente a altura para a revelação não seria a melhor mas dado que a boa nova veio a público, e como nenhum de nós, especialmente tu, estava à espera, a alegria foi mais radiante que o próprio sol que nasce todos os dias.
Porém, olho cuidadosamente para trás e reparo em certas coincidências, aconteceu uma tragédia para logo a seguir acontecer magia, espero que coincidências destas não voltem a acontecer porque não quero ser feliz à custa da infelicidade de outros, ainda por cima quando me são chegados.
Uma coisa tenho a certeza, o nosso amor continua a crescer e por isso estou feliz.
PS - Não coloquei foto alguma porque estou proíbido por uma certa pessoa... hihihi...

quarta-feira, maio 25, 2005

Deixa-me dar-te a mão


Luto por ti, acredito em ti e por isso detesto ver-te a atender o telemóvel e chateares-te quando um beijo é interrompido pelo imperialismo familiar que te ordena que faças isto ou aquilo, fazendo com que o calor de um abraço arrefeça terrivelmente e que a tua expressão morra para a alegria.

Fico revoltado quando tento ajudar mas dizes que não precisas pois tens as rédeas nas mãos, mas os dias passam e nada muda, tiveste medo da primeira vez revelares o segredo, mesmo assim foste em frente e viste que nenhum mal resultou da sua revelação.

Estou fora de mim pois o salto que falta dar é demasiado longo para ti, e mesmo dando balanço, e por mais que corras, quando chegas à beira páras, adias o salto e o tempo passa, as tentativas ficam por aí até te lembrares, ou seres lembrada, de tentares de novo. Mais uma vez dás balanço e corres, corres, corres e quando penso que vais dar o salto... páras! Ofereci-te a minha mão para não teres de saltar sózinha, para não teres de enfrentar o desconhecido e não receares o que advir dele, qual a minha surpresa quando largas a minha mão e achas que tem de conseguir concretizá-lo sózinha, não tens e não quero assim o seja, por isso hei-de oferecer a minha mão as vezes que forem precisas até perceberes que tens deste lado alguém que se preocupa e quer ajudar, pois se num beijo nos tornámos um, um salto havemos de dar como um só!

Sabes que me exalto com as injustiças cometidas, por vezes posso não ser a melhor pessoa quando luto, sem parecer, pelo teu bem estar, mas sei como te sentes quando olhas dolorosamente para o visor e pedes o meu silêncio e quanto me custa acordares para a cruel realidade e abandonares um sonho teu...

sábado, maio 21, 2005

O cansaço de uma semana de trabalho começa a manifestar-se por estas alturas, e quando finalmente chego a casa e páro para a vida, mergulho num poço de nostalgia e lembro-me como tudo começou, passados alguns segundos dou por mim a ver um filme mudo, não a preto e branco mas a cores, dos primeiros momentos com ela.

6 e 6

Quando nos interessamos por alguém,
nunca sabemos no que vai dar.
Laçamos os dados como quem os deixa cair quase por acaso,
e muitas vezes nem queremos saber quanto deram.

É sempre um mistério,
porque a sorte também manda na vida,
manda mais do que queríamos,
e menos do que gostávamos.

Os dados caíram quando te dirigiste a mim,
ouvi a tua voz quando começámos a conversar,
percebi que os dados estavam lançados.

E tu gostas da minha alegria de viver,
do meu sarcasmo cirúrgico,
de dizer sempre tudo o que penso,
sinto e quero,
mesmo quando não estás preparada para ouvir.
Eu gosto de te conhecer, de te perceber,
porque és diferente das outras mulheres.

E eu vi-te com bons olhos desde o primeiro momento,
achei que me ias ajudar a limpar a tristeza,
que a tua presença quase imperceptível na minha vida ,
seria como um bálsamo,
uma música perfeita e harmonisa,
um dia ao sol, ou uma noite em branco,
daquelas que nos fazem pensar que a vida está cheia de surpresas boas,
e que vale mesmo a pena estar vivo,
só para as saborear.

E como escrever é a melhor forma de falar sem ser interrompido,
digo-te agora e sem rodeios,
vem rir do Mundo e adormecer nos meus braços,
abrir o teu coração e sonhar acordada,
vem ter comigo hoje,
porque eu quero lançar outra vez os dados,
e aposto que vai dar 6 e 6 outra vez,
porque os dados nunca se enganaram e,
a amizade é o amor sem preço e sem prazo de validade.

by LikeaTattoo

Dei com as palavras de outro por acaso, fiz delas as minhas pois a mente esgotada de criatividade não aguenta mais o esforço, porém o coração continua a sentir, mas hoje caminha só...

quinta-feira, maio 19, 2005

Para atravessar o deserto do mundo contigo

O poema que se segue foi dedicado à menina do meu coração e à minha pessoa pela Sara, umas das amigas da minha Deusa, amiga essa que ainda estou para conhecer in real life, como agora é hábito dizer.

O poema foi escrito pela grande poetisa Sophia de Mello Breyner Andresen e desde já agradeço à Sara por me ter apresentado a tais palavras sentidas. Aqui fica então:

Para atravessar o deserto do mundo contigo

Para atravessar o deserto do mundo contigo
Para atravessar contigo o deserto do mundo
Para enfrentarmos juntos o terror da morte
Para ver a verdade para perder o medo

Ao lado dos teus passos caminhei
Por ti deixei meu reino meu segredo
Minha rápida noite meu silêncio
Minha pérola redonda e seu oriente
Meu espelho minha vida minha imagem
E abandonei os jardins do paraíso

Cá fora à luz sem véu do dia duro
Sem os espelhos vi que estava nua
E ao descampado se chamava tempo

Por isso com teus gestos me vestiste
E aprendi a viver em pleno vento.

Adorei quando o li, mas no entanto salvaguardo-me, pois acho que cada um deve sentir o poema e por isso acho que não devo comentar pois estaría a ser um manipulador de mentes.

terça-feira, maio 17, 2005

Sábado, dia 16

Vi o sol brilhar no teu rosto e apaixonei-me, brinquei contigo e acariciei-te como flor frágil acabada de colher. Um dia em cheio foi com certeza, o teu perfume intoxicou o meu coração e fiquei viciado em ti, não te conseguia largar e queria-te mais e mais perto, queria sentir-te e cheirar-te, queria ouvir-te contar histórias à lua e ali ficar para sempre, olhando-te e amando-te.

300, 600, 900 km, farei o que for preciso para chegar perto do teu coração e tomar conta dele, ensinar a amar, ensinar a ser amado e aprender com ele, pois preciso de ti tal como o teu coração anseia por mim, vejo-o a chamar por mim e quero socorrer-te, mas o tempo afasta-nos e arrásta-nos para longe um do outro. Por mais que lutemos contra ele só perdemos forças para voltar a encontrá-las no abraço um do outro.

16=1+6=7, número mágico que me fizeste apaixonar e cair nas graças de uma Deusa, protege o nosso amor e faz dele o teu objecto de afeição, que dê frutos doces e maduros, que floreça na próxima Primavera mais forte e belo. Guarda-o com todo o carinho e que as suas raízes percorram os campos férteis e cresça dia após dia.

quinta-feira, maio 12, 2005

Já cá canta!

Dia 10 de Maio, 8:47, hora de chegada à surpreendente e extensa fila para comprar os bilhetes dourados para a grande final da Taça Uefa, onde o meu Sporting vai defrontrar o CSKA Moscovo dia 18 do presente mês. A espera foi penosa e só no final do dia as maselas mostram-se, dois braços com belas queimaduras, um nariz vermelho como se tivesse bebido e uma pequena marca dividia a minhas vermelhas bochechas dos olhos brancos tapados outrora pelos óculos de sol.
Tudo isto é de certa forma suportável quando por volta das 16:20 pude segurar, de mão bem apertada, os preciosos bilhetes, apeteceu-me dar um salto mas fiquei-me por um imediato telefonema ao meu irmão para contar o feito do momento.
Sim, é verdade, o futebol tem destas coisas, deixa uma pessoa fora de si e quando jamais passaria oito horas à espera de alguém, salvo excepções, ali estive eu pelo meu Sporting à espera.
O que salvou a maior parte do dia foi o convívio que se estabeleceu com as pessoas que se encontravam, quer à frente quer atrás, na fila. Ora falava-se do mais óbvio, futebol, ora falava-se, num modo mais desesperante mas também divertido, da fila enorme e de como a mesma não dava sinal de sequer avançar 2 metros!
Foi um dia diferente sem dúvida mas recompensante se olharmos para o objectivo concretizado, e nem todas as vozes que me dizem que sou maluco fazem demover-me dos meus ideias, mas ao menos sei que não estou sózinho e sorrio.

terça-feira, maio 10, 2005

Felicidade que enches o meu coração

Os meus niveis de felicidades estão a bater bem alto no gráfico, parece que de um momento para o outro, quando menos esperava ora pois, alguém decidiu abrir uma caixa parecida com a de Pandora, mas com conteúdo diferente, e de certa forma sinto-me um pouco recompensado depois de uns anos menos alegres.
Depois de passar um fim-de-semana no paraíso com a minha Deusa, segui caminho para o Porto e durante uma curta semana, estive a trabalhar por lá desde as matinais 11 horas até à mudança de dia. Foi engraçado conhecer novos ares e novas pessoas, matar umas curiosidades e ganhar experiência profissional. Mas o melhor de tudo foi sentir que estava tão perto dela que quase podia saborear o seu perfume ao virar da esquina, e mal chegou a sexta-feira não podia partir para casa sem convidá-la para jantar, assim o fiz e quando esperava meter-me ao caminho lá pelas 23 horas, o tempo passou, passou, passou e quando olhei para o relógio escondido, dei comigo a pensar, seriam mesmo 3 horas da manhã!?
Após uma insistência de uns telefonemas, lá abandonei o calor dos braços da minha menina e pus-me a caminho. Embora cansado tentei manter-me acordado, mas como o sono teimava em aparecer lá parei para descansar os olhos. Não dei pelo tempo passar e quando despertei já passava um quarto das seis horas da manhã e o dia já começava a acordar, continuei o caminho com o sol a nascer no meu retrovisor, maravilhoso, pena não poder parar para tirar uma fotografia pois é daquelas ocasiões que sonhamos um dia fotografar.
Era cerca das oito e vinte quando finalmente pude entrar no meu quarto e literalmente mergulhar dentro da minha cama e apagar a luz dos meus olhos até ter que despertar para continuar por um fim-de-semana a dentro de trabalho.
Durante este calmo fim-de-semana no emprego tive a felicidade do clube rival ter perdido, e o clube nortenho ter empatado para hoje o meu clube do coração ter-me dado uma alegria enorme ao colocar-se na primeira posição do campeonato.
Aconteceu tanta coisa numa semana que o meu coração está tão cheio desde que me lembro sonhar com dias como estes!

quinta-feira, maio 05, 2005

Nos teus braços



Sou doido por ti, não existe como negá-lo, pois as acções (irracionais) falam por si mesmo, e se por acaso alguém tiver que ser acusado, então que acusem o meu coração pois só ele pode responder por tais acções... apaixonadas.

As tuas reacções são um mixo de prazer e embaraço, gostas do que sentes mas achas estranho as situações em que te encontras, foges e escondes-te de ti mesma, sem compreenderes que és linda e não deves ocultar no escuro da noite, a tua perfeição perante os meus olhos.

A noite foge depressa, malditas horas que nos mantém afastados um do outro, o que nos obriga a regressar ao mundo e, posteriormente, a falar de despedidas, nem que seja só até amanhã.

As nossas necessidades são diferentes, como já me disseste, e talvez por isso ainda durmas quando eu já desperto espero por ti à tua porta. O entrar e sair de pessoas faz com que eu seja um estranho naquele lugar, e existe até quem questione o que ali faço.

Partimos para terras altas e verdejantes, sem saber o que encontrar e deixamo-nos perder pelo que vamos descobrindo. Sem sabermos damos com a história do país, perdida no tempo, e estamos mais próximos da mãe natureza. Após uma estrada demasiado acidentada damos com um pequeno paraíso na serra, parece que chove mas no final de contas é só a serra que chora. Ninguém sabe se de tristeza ou de tremenda alegria mas o espectáculo é encantador, apetece chegar mais perto mas as rochas tratam de proteger esse local sagrado e transformam assim o caminho irregular e de difícil acesso.

Lembras-te dos cavalos que se passeavam pela estrada no sentido contrário? Quem mais para nos fazer parar e deixar-nos boquiabertos a observá-los, as crias são quem mais chamavam à atenção e conforme passavam por nós pareciam obervar-nos da primeira vez com olhos desconfiados mas depois viravam a face para o outro lado como se ganhassem confiança em nós ou então desinteressavam-se...

Subimos tanto que quando demos por nós reparámos que estávamos em Espanha e embora lá dentro o sentimento fosse de seguir em frente, o carro virou para trás e regressámos.

Passeámo-nos no dia seguinte por terras do galo mais conhecido de Portugal e como seria de esperar, já que onde vamos damos com um acontecimento qualquer, havia festa, cabeçudos passeavam-se pela rua ao som de tambores, a feira estava instalada no parque da cidade e o sol lá bem alto estava radioso.

Visitámos uma das tuas terras favoritas e pelo resto do dia fizemos dela nossa casa, passeámos pela cidade e por voltas do almoço ainda procurámos o tal restaurante de que falavas tanto mas, dado estar fechado, seguimos de volta os nossos passos e deliciámo-nos com uma pizza num restaurante que fizeste questão de te lembrares para mais tarde voltares com os teus pais.

Provavelmente foi o dia mais calmo de todo o fim-de-semana, o que soube bem tenho que confessar, e dediquei-me a ajudar-te com o que precisavas, foi um bocado difícil porque não paravas de brincar. Depois do trabalho feito, vimos o autocarro da equipa da tua cidade passar e decidimos regressar ao nosso porto de abrigo.

Como existe um sítio onde já temos lugar privado, dirigimo-nos para lá e, como todos os dias acontece, ficámos por ali a enamorarmo-nos até ser hora de regressar. Agora à que admitir que o futebol faz milagres e em caso de vitória então, enfim, sem palavras...

A parte pior foi saber que te tinha de deixar, o meu coração encheu-se de tamanha tristeza que os olhos ficam mais carregados e pesados com lágrimas que os rodeavam, quase que me queria agarrar aquele momento e não largá-lo mais! Nesse instante foste mais doce que o próprio mel, mais era impossível, mas não conseguia conter tamanha tristeza pois a felicidade transbordada neste passado fim-de-semana era tal que tudo era mais sentido.

A noite passou dificilmente e ao abrir a janela até senti que o tempo estava solidário com a nossa temporária separação, as nuvens tinham-se juntado como num velório, para chorarem pela partida de um entrequerido.

Queria ver-te de novo uma vez mais antes de partir para terras azuis e, por isso, qualquer outra solução para devolver-te as chaves não era viável senão em pessoa, assim dirigi-me, embora ainda muito cedo, para a tua escola, onde escrevi para passar o tempo enquanto imaginava-te por detrás de uma janela de uma sala de aula.

Muito fica por contar, mas essas lembranças são só nossas e connosco ficam guardadas, no nosso coração, para todo o sempre e não têm lugar aqui ou noutro mundo escrito, falado ou pensado.

Acho que o fim-de-semana serviu principalmente para reforçarmos o amor que temos um pelo o outro e quanto tudo isto é mágico.