segunda-feira, junho 13, 2005

Esta noite a cama tremia de frio e anseava pelo teu calor, as almofadas aconchegavam-se uma na outra à procura dos teus suaves cabelos, as minhas mãos procuravam o teu doce corpo, a cama era grande demais para mim, virava-me para a direita e não estavas lá, virava-me para o outro lado e não te encontrava, só mesmo o cansaço interrompeu a minha busca no vale dos lençóis.

Acordei para te dar os bons dias, aproximei-me de ti para te beijar mas não te vía, como foi possível o fim-de-semana ter passado tão depressa? Como foi possível deixar-te embarcar no comboio e fugires de mim? Porque abandonei o abraço que nos mantia unidos? Tenho saudades tuas...

domingo, junho 12, 2005

Notaram alguma coisa nova na página?... Não?... Hum... Ainda não deve ter carregado.... Contem até 10.... hum... ainda nada? Não procurem mais, se ainda não descobriram é porque não têm o som ligado.

A música que está a tocar é de uma das minhas bandas favoritas, os Within Temptation e o tema chama-se Memories.

Memories

In this world you tried
not leaving me alone behind.
There’s no other way.
I prayed to the gods let him stay.
The memories ease the pain inside,
now I know why.

Chorus:
All of my memories keep you near.
In silent moments imagine you here.
All of my memories keep you near.
Your silent whispers, silent tears.

Made me promise I’d try
to find my way back in this life.
I hope there is a way
to give me a sign you’re ok.
Reminds me again it’s worth it all
so I can go on.

Chorus:
All of my memories keep you near.
In silent moments imagine you here.
All of my memories keep you near.
Your silent whispers, silent tears.

Together in all these memories
I see your smile.
All the memories I hold dear.
Darling, you know I will love you
until the end of time.

Chorus:
All of my memories keep you near.
In silent moments imagine you here.
All of my memories keep you near.
Your silent whispers, silent tears.

All of my memories....



Uma versão aportuguesada da música, mas nada como em inglês, língua mais doce...

Memórias

Neste mundo tentaste
não me deixar para trás só.
Não há outro modo.
Eu rezei aos deuses para deixarem-no ficar.
As memórias aliviam a dor interna,
agora eu sei porquê.

Refrão:
Todas as minhas memórias mantém-te próxima.
Nos momentos silenciosos imagino-te aqui.
Todas as minhas memórias mantém-te próxima.
Os teus sussurros silenciosos, lágrimas silenciosas.

Fizeste prometer-me que eu tentaria
encontrar o meu caminho de volta nesta vida.
Eu espero encontrar um modo
para dar-me um sinal que estás bem.
Recordo-me novamente isto é o valor de tudo
então eu posso continuar em frente.

Refrão:
Todas as minhas memórias mantém-te próxima.
Nos momentos silenciosos imagino-te aqui.
Todas as minhas memórias mantém-te próxima.
Os teus sussurros silenciosos, lágrimas silenciosas.

Juntos em todas estas memórias
eu vejo o teu sorriso.
Todas as memórias eu guardei bem.
Meu amor, sabes que irei amar-te até o fim dos tempos.

Refrão:
Todas as minha memórias mantém-te próxima.
Nos momentos silenciosos imagino-te aqui.
Todas as minhas memórias mantém-te próxima.
Os teus sussurros silenciosos, lágrimas silenciosas.

Todas as minhas memórias...


Quanto muito surge-vos uma questão, porque carga d'água foi esta a escolha do Pedro!? Numa palavra respondo-vos logo: Mel.
Para além de adorar a música dos Within Temptation, esta música em especial saltou à vista e faz-me recordar certas acontecimentos que têm vindo a passar-se à quase dois meses, e depois de este fim-de-semana tórrido e turístico, a dor da partida é grande e o tempo inimigo do coração.
Falar do fim-de-semana? Hum... acho que ainda está para chegar o blog com bolinha vermelha, mas vendo bem a coisa foi 50% turístico 50% tórrido e o resto fica entre mim e a minha menina...

Ausência

Num deserto sem água
Numa noite sem lua
Num país sem nome
Ou numa terra nua

Por maior que seja o desespero
Nenhuma ausência é mais funda do que a tua


Sophia de Mello Breyner Andresen

terça-feira, junho 07, 2005

Tsssss.....

Ahhhh... tssssss.... é nestas alturas, a estas horas da madrugada, por mais incrivel que pareça, que me apetece algo bem fresquinho porque o calor não dá tréguas ao corpo suado, ainda nem sequer estamos no verão e já o calor aperta até temperaturas, apelidadas por muitos como, estúpidas.

Destesto o calor, analisando os prós e contras só tem uma vantagem, andar com roupas mais leves, porque de resto não sou uma pessoa que tolera o calor, seria normal agora ir deitar-me, bem enroscadinho nos meus lençóis e edredon, mas com estas temperaturas até parece que estou a deitar-me em cima de uma cama de brasas. Uma pessoa só acaba por adormecer quando o cansaço é maior que o calor sentido.

Só mesmo indo à janela é que consigo encontrar uma pequena brisa fresca que mais parece fugir da vaga de calor que quer conquistar tudo e todos! Isto de noite é claro, porque de dia é para esquecer.

"Porra que calor!!!" é o que apetece dizer, mas nem isso assusta a vaga de calor que veio para ficar... e lá vou eu buscar um iogurte bem fresquinho para arrefecer os ânimos...

segunda-feira, junho 06, 2005

Onde ir?

Faltam duas semanas e a indecisão ainda paira no ar, que caminho seguir e por onde ir, mas depois penso, não será mais interessante ir de olhos vendados, pé ante pé, à descoberta de pequeno recantos portugueses? Tudo bem que vai contra a minha maneira de ser porque gosto de ter tudo planeado mas acho que ando mais propenso para a aventura e estou a mudar a maneira de ver as coisas.
Ando ansioso para estar contigo, fugir de tudo e todos durante duas curtas semanas e mostrar-te o mundo e vivê-lo contigo, desligar o telemóvel e apreciar o pôr-do-sol abraçado a ti, acordar com o som das ondas a bater e ver o sol crescer, crescer e crescer para te dar um bom dia amor depois de uma noite estrelada de paixão, quero que essas duas curtas semanas sejam eternas, no fim não interessa onde iremos estar, desde que estejamos felizes.

domingo, junho 05, 2005

Procuro-te entre a multidão

Procuro-te entre a multidão, rostos desconhecidos escondem outros tantos rostos desconhecidos, pessoas que passam a correr e empurram-me, desvio o olhar para o encontrar no segundo seguinte, passo por uma carruagem, entro saio, entro saio, passo para a carruagem seguinte, entro saio, entro saio, não te encontro, desço as escadas, procuro-te perto das bilheteiras mas não estás lá, subo o elevador, procuro-te entre os pilares que escondem pessoas, grupos de amigos, familiares, turistas, estranhos mas não te dislumbro, onde estás? onde te escondes? perdeste-te? as pernas já ficaram para trás do cansaço mas mesmo assim avanço, para onde não sei, mas tenho de te encontrar... vieste?

quinta-feira, junho 02, 2005

Calor humano-animal

Faz lembrar alguém não faz?!