quarta-feira, novembro 30, 2005

Dia do Aderente

É hoje, já tenho a minha listinha de coisas a espreitar e comprar embora ainda esteja indeciso de qual telemóvel comprar, a escolha pende entre o meu preferido desde à muito tempo, o nokia 6600, que embora já não seja novo ainda é muito actual e completo, ou, desde à umas horas atrás, o nokia 6230i, telemóvel com que o meu irmão apareceu hoje em casa e fisicamente mais parecido com o nokia 6100 que anda no meu bolso e já com as últimas funcionalidades da moda...

De resto é tudo prendinhas para oferecer à familia, namorada e alguns amigos próximos, de resto a não ser que algo encha-me o meu olhar não devo comprar mais nada do que um ou outro DVD e também alguns DVD's virgens para brincar ao piratas...

Precisava de comprar um router wireless mas não sei qual escolher, já que não tive tempo de andar a pesquisar na net, até porque estou a considerar mudar para a Clix 16mb no próximo ano porque o Sapo 4mb+, para além de ser caro, começa a não chegar a nível de velocidade embora o ponto forte seja o tráfego ilimitado nacional, algo que o Clix não consegue oferecer, e claro por isso mesmo paga-se...

Estava a pensar acordar mais cedo e ir lá antes de ir para o emprego mas felizmente o meu chefe mudou-me o horário e assim sendo vou à tarde mal saia do bules, portanto contem comigo lá para as 19:30 na Fnac do Colombo!

E viva o belo do subsídio de Natal!!!!

sexta-feira, novembro 25, 2005

Fantasias de Natal

Começar a fazer a lista dos visados neste Natal para poder aviar algumas ofertas no próximo dia 30, no dia do aderente na Fnac e assim aproveitar os 10% de desconto em tudo, nesta altura de carteira magras é de aproveitar!
Quem bom foi ser criança e não ter de preocupar-me com tal tarefa e poder ficar somente encantado com os anúncios de brinquedos e chocolates que passavam na televisão. Claro que hoje não é como outrora, mas gosto de relembrar alguns anúncios que acabam por trazer um maior espirito natalício aos meus dias.

Oh quem não se lembra do tão adorado anúncio dos chocolates Regina do avô e do neto e as doce fantasias de natal! O diálogo era o seguinte:

- E depois?
- Depois, estava o peixinho, veio o gato, e comeu-o!
- ...
- Mas veio o cão, e o gato teve de se esconder!
- ...
- Depois veio o coelhinho...
- Nã nã, o coelhinho foi com o Pai Natal e o palhaço no comboio ao circo.

Acho que da história toda da publicidade desta época natalícia, este é o anúncio mais divertido e ao mesmo tempo mais querido que alguma vez foi feito, e com certeza quem ande na casa dos vinte para cima se há-de lembrar.
Mas este ano já tenho ideia do que oferecer à maioria, acima de tudo não posso esquecer de mandar postais para quase todos, algo que já não faço à muito e curiosamente é algo que gosto de receber todos os anos, portanto este ano não à desculpas e agenda com esta tarefa!
Já fui convidado para um jantar de Natal em casa de amigos e se for como em anos anteriores terei de meter mãos à obra para criar literalmente um presente para troca, a ver o que vai acontecer...
Este ano vai ser de trabalho no dia de Natal porque optei por passar o ano novo com a minha querida metade bracarense, planos para o ano novo ainda não existem, pelo menos planos concretos porque ideias não faltam mas ainda têm que ser pensadas durante mais um pouco, pelo menos até o ordenado chegar bem como o subsídio de natal, uma coisa é certa, a passagem vai ser memorável!

quinta-feira, novembro 24, 2005

O rolo agarrado aos dentes!

Como já estava previsto a algum tempo, acabou mesmo por acontecer, hora de arrancar os últimos sisos que sobravam, porque não faz falta a ninguém, no longíquo espaço da minha boca. Eis que começou a grande aventura!
Grande aventura pois descobri que um jovem aos 26 anos e a trabalhar, antes mesmo de arrancar os sisos, tem de passar por uma burocracia e chatices de tal tamanho que quase me leva a questionar se vale mesmo a pena.
Tudo começa quando sentimos que os sisos iniciam o processo de chatear o seu hoste, depois marcamos uma radigrafica panoramíca para se ter a certeza do posicionamento dos sisos com o cuidado de não calhar dentro do horário laboral.
Depois desta simples tarefa marca-se o dia da estracção tendo outra vez cuidado para o dia em que se marca, como o mais provável é calhar num dia de trabalho a preocupação passa agora para se conseguir que o médico de familia/caixa passe a baixa para se poder justificar a falta ao emprego, como os serviços de saúde são fantásticos em Portugal, não foi surpresa ao saber que uma consulta era possível para muito depois da data de intervenção, restou-me dirigir aos clinicos da minha empresa, ao menos já é muito bom que existam, e tentar obter uma baixa. Uma semana antes da intervenção desloquei-me ao local e entre dúvidas de quem estava ao balcão lá consegui falar com a médica e serviço naquele dia que depois de uma breve explicação do que se íria passar aconselhou-me a passar dia 23, um dia depois da operação, nos clinicos e entregar a justificação do médico dentista. Como já não me chegasse a árdua tarefa de arrancar os dentes, tive que entre um estado de fraqueza deslocar-me aos clinicos e qual foi a minha surpresa, mais uma vez, descobrir que ninguém sabia o que eu ali fazia. Consegui falar com a Enfermeira pois o Sr. Doutor estava ocupado ao telefone, consegui com que ela ficasse com os dados e o atestado e para mim o caso baixa terminou. Ficou por resolver a parte financeira já que felizmente a empresa tem um plafond e assim sendo tomava nas suas mãos 40% do custo da intervenção.
Curiosamente no dia da operação, quando cheguei a casa li com cuidados o folheto que trouxe com as instruções pós-cirurgia onde entre vários parágrafos dizia "Remova a compressa após 1/2 a 1 hora", o tempo passou e pedi ajuda à minha mãe visto estar com a face totalmente adormecida não conseguir perceber se tinha ou não compressa. Telefonou-se para o dentista e prontamente disseram que não tinham colocado compressa alguma, portanto nenhuma preocupação levantou-me.
No dia a seguir, após uma noite surpreendentemente bem dormida, estranhei a parte superior estar mais enchada que a parte inferior do maxilar visto que durante a operação tinha sido a parte inferior a mais chata de resolver. Continuei a aplicar gelo como deve ser.
Finalmente consegui comer algo mais quente que gelado e bochechar a boca. Fiquei um bocado ancioso em relaçao a bochechar porque esperava ver sangue coado a sair da boca e assim aliviar o maxilar superior. Bochechei e pouco sangue saiu, voltei para o descanso da minha querida cama e já noite dentro, a alguns minutos atrás para ser mais preciso, dei comigo na casa-de-banho a tentar abrir a boca perante um espelho para perceber o porquê de tanto incómodo no maxilar superior e qual foi a minha terrível descoberta quando puxei com um dedo a boca para o lado de modo a ver melhor a parte posterior, tinha um rolo de algodão que os dentistas usam para afastar os dentes da boca, tentei tirar mas o algodão era manteiga para os meus dedos, assim com a ajuda da minha mãe e uma pinça consegui retirar o maldito rolo que ali morava à dia e meio, deveras assustador mas também aliviante já que a boca conseguiu finalmente relaxar. Isto nunca me tinha acontecido desde que me lembro de ir ao dentista, e são exemplos destes que me fazem lembrar os bisturis deixados nos corpos das pessoas entre outro utensílios!
Suspiro de alívio no fim por jamais ter que voltar a pensar nos dentes do siso e assim poder sorrir sem preocupações para a vida.

segunda-feira, novembro 21, 2005

Acima da média

This Is My Life, Rated
Life:
7.4
Mind:
6
Body:
7.3
Spirit:
7.1
Friends/Family:
5.9
Love:
6.9
Finance:
7.7
Take the Rate My Life Quiz


Andei a fazer um dos muitos teste que para aí existem na net e este pareceu-me interessante, não só pelo resultado mas também por alguém um dia ter pensado que podemos avaliar a nossa vida e classificá-la de certa maneira.
Depois de responder a duas páginas de perguntas obtive este resultado: 7,4 Nada mau!
O mais interessante é quando comparei com a média das pessoas que fizeram até à altura o teste, cerca de 22,500 pessoas, pude verificar que somente no campo "mind" é que não supero a média. Claro que isto não é nenhuma corrida para ver quem é melhor mas não deixa de ser algo que nos anima e enche o ego. Às vezes também é preciso!
O que estranhei é que no campo "love" o mundo anda pobre segundo as estatíticas, estando mesmo abaixo dos 5 pontos e sendo os homens mais infelizes do que as mulheres, e onde os mais jovens vivem os seus dias mais tristes à procura da sua alma gémea. Daí estar mais que radiante com o meu resultado!
Mas certa forma fico triste porque só vem confirmar mais aquela ideia geral de que o mundo cada vez mais está a apodrecer, até porque somos a alma do planeta e se nós não estamos bem isso irá reflectir-se em tudo o que nos rodeia. No entanto não posso deixar de pensar o quanto sou sortudo por ter encontrado alguém que pela primeira vez, e última espero eu, posso dizer que é com quero partilhar a minha vida até ao fim.

quinta-feira, novembro 10, 2005

I need a break...

Preciso de descansar, preciso de descansar a mente de tantos assuntos que a atormentam e tiram tempo de repouso, a minha menina não está nada bem e precisa de mim, depois existem pedidos de amigos e colegas que acabam por ser adiados ou esquecidos. Claro, não nos esqueçamos daquela situação anual, de ficar até ao último dia a pensar se vão renovar o meu contrato ou colocarem-me nos quadros da empresa ou se vou desta para melhor. Por fim temos aqueles pequenos pormenores que transformam-se em gigantes pormenores, então não é que tinha de calhar nesta altura a minha operação aos últimos dois sisos! Hellooooo, I need a break!

Será karma ou será que ando a ver e a acreditar demais na série televisiva My Name Is Earl e por isso ando a entrar em paranóia?! Mas também não teria, acho eu, motivo algum para receber "troco" quando todos os dias tento ser uma pessoa positiva e disposta a ajudar.

Talvez tenha chegado a uma altura em que seja preciso dizer chega, a loja está fechada, com excepção para a minha menina bonita, que estará a passar, provavelmente, pelos piores dias da sua vida e eu não estou lá para a apoiar, até porque todos os telefonemas que faço todos os dias da semana são insuficientes para compensar a minha dolorosa ausência.

Acabo por andar cansado, apesar de talvez não dar a entender isso, contudo continuo a tentar responder a tudo e todos, quer seja um convite para um café quer seja um DVD ou até mesmo prolongar o meu dia de trabalho, é algo que está na minha natureza, chamem-lhe solidariedade, altruísmo, simpatia, o que quiserem.

Felizmente ao deitar consigo esquecer tudo isto, dentro do possível, e dormir até ser dia de novo e, espero eu, que neste fim-de-semana a minha menina possa vir ter comigo, dado a impossibilidade de eu lá ir, para deixar para trás uma par de semanas bastante tensas e preenchidas por stress emocional. Se isso foi impossível, terei que deslocar-me até sua casa para ter uma conversinha com os seus pais, conversa que talvez já devesse ter tido à uns tempos mas evitada a pedido da Mel, porque nada do que fazem hoje é positivo para o futuro da minha menina, como pessoa e como profissional.

Finalmente acho que consegui por em ordem a burocracia para poder ficar em repouso durante uns dias após a cirurgia aos dentes do siso e assim ver-me livre para sempre desta chatice, que poderia já ter ficado resolvida à uns anitos se tivesse sido menos preguiçoso.

Ontem houve uma reunião da Direcção de Informação com a redacção e entre alguns assuntos tratados falou-se da minha situação e da Vanessa, visto estarmos prestes a terminar contrato em Janeiro e estarmos sem conhecimento da posição da administração. Só poderia vir da menina Guida esta pequena atenção, ou não fosse ela umas das pessoas que mais se importa com o tratamento que nos dão, será uma Robin dos Bosques dos tempos modero?! hehehe

Amanhã é um dia novo, mais um dia para despertar para o mundo e tentar progredir na vida e fazer mais um laço à volta de um problema e arrumá-lo para sempre na prateleira.

quarta-feira, novembro 09, 2005

Os "franceses" na era dos ingleses

Com os dois avôs tão queridos de Portugal a concorrem para o Lar de Idosos que será inaugurado no Palácio de Belém a partir das próximas eleições presidenciais não é de admirar que comecem a andar na boca do povo pequenas piadas sobre toda esta atenção mediata que têm tido, sendo ambos os principais candidatos que a principio quiseram deixar de lado o Manuel Alegre e o Franscico Louçã.

Eu achei bastante piada à seguinte anedota que encontrei por acaso:

Na sua recente visita aos Estados Unidos, Mário Soares e sua esposa, hospedaram-se num luxuoso Hotel. Cerca das 17h00, Mario Soares agarra no telefone, chama o serviço de quartos e diz:

- TU TI TU TU TU TU

A recepcionista não compreende o que quer dizer Mário Soares e crendo que se tratava de uma mensagem cifrada, avisa imediatamente o FBI. Num ápice, apresentam-se dois agentes do FBI e postos ao corrente, e não conseguindo decifrar a mensagem, decidem chamar a CIA.

Os serviços secretos mandam mais dois agentes ao hotel e começam a investigar e a tentar decifrar a mensagem, mas sem qualquer resultado. Entretanto, Mário Soares, volta telefonar e recepcionista, agentes do FBI e da CIA ouvem Mário Soares repetir:

- TU TI TU TU TU TU

Desesperados os agentes resolvem chamar o tradutor oficial da embaixada dos Estados Unidos em Portugal. Um caça supersónico do Pentágono recolhe imediatamente, no aeroporto de Figo Maduro, o respectivo tradutor que é conduzido sem mais demoras aos Estados Unidos. Chegado ao hotel e posto ao corrente da situação o tradutor disfarça-se de criado, vai aos aposentos de Mário Soares e descobre o mistério.

O ex-presidente Português e actual candidato tinha querido dizer:

"Two tea to 222"


Consigo perfeitamente imaginar a cena, é de chorar a rir com toda a situação ridícula, quer pelo lado americano, que me toca mais, quer pelo lado do vôvô Soares. Descobri que a anedota também tem a sua versão espanhola mas acho que acenta que nem uma luva ao Mário Soares.

quinta-feira, novembro 03, 2005

Na passada segunda-feira, dia especial para quase todos, fazia um ano e nove meses que os pombinhos Sandra e Hugo renasceram num só ser, nuestra Manuelita despedia-se do seu quinto andar que tantas histórias teria para contar, dos Estados Unidos veio o Halloween, que pouco ou nada quis do jantar, tivémos também a presença do senhor Ricardo Bravo, que chegou da concorrência e por fim a convidada especial, a amiga da Manuela, a Katy.

Entre muitos e divertidos assuntos calhou falar da internet e os blogs que por aí vão nascendo, e constatei um facto, um tanto ou quanto engraçado, de que a maior parte dos meus amigos que lêem o que para aqui gatafunho, acabam por nunca comentar por escrito, feito misterioso e talvez contagiosamente transmissível, mas sim pessoalmente, quer por telefone quer quando me encontram. Ora dizia eu à Katy que sem dúvida não percebia porquê, seria por verem que poucos ou nenhuns comentam e por isso recearem o vazio de palavras que daí advêm, ou seria por simplesmente por preguiça ou não quererem acusar a sua passagem por aqui, ora não encontrei uma resposta à minha questão.

Não posso queixar-me muito, já que existe um feedback verbal, mas às vezes gasto um pouco do meu tempo livre a pensar se existirá assim tanto interesse em partilhar letras e palavras com amigos e desconhecidos. Afinal prezo tanto a privacidade mas às vezes deixo as pessoas entrar sem dar por isso, afinal o livro está mais aberto do que eu pensava e, se calhar, até não seja mau de todo, no entanto não sei, por vezes os comentários deixados por vós levam-me a que os releia vezes sem conta, procurando entre letras algo mais, talvez um sentimento, mas quem sabe... bem, é melhor parar os dedos sobre este assunto antes que comece a divagar sobre um precipício.

Falando agora de uma pessoa que verdadeiramente me interessa, e que é já parte importantíssima da minha vida, do meu dia-a-dia, a minha doce Mel. Daqui a uma horas vai ter o seu primeiro teste de matemática deste importante ano. Quero que saibas, apesar de ser tradição desejar todas aquelas asneiras para dar sorte, que desejo que o dia te sorria, que percebas que o importante não é o que alguém te atribui, neste caso a nota. mas sim o esforço que colocaste no estudo, quero que saibas, perante todos, que estou bastante orgulhoso de ti pela tarefa que continuas a levar por adiante, que os dias longos até ao final do ano lectivo poderão ser os últimos dias longos da tua vida, que depois de ultrapassados poderemos dar a mão sem olharmos para o dia que é ou as horas que restam para ele adormecer.

Penso que saibas, embora goste de sublinhar as vezes necessárias, que te amo sem fronteiras e estarei sempre por perto sempre que precises, e mesmo estando fisicamente longe, que saibas que isso nunca me há-de impedir de dar-te todo o meu apoio e confiar em ti, porque sei que és a pessoa por quem o meu coração um dia desejou bater e bater e bater...