terça-feira, fevereiro 28, 2006

Hoje estou mascarado de um doido varrido, com barba por fazer e todo despenteado, vestido de roupão azul, meias verdes e chinelos do hotel, passo a publicidade, Top Club - Executive Floors. É verdade, não vos minto, apesar de ser carnaval esta é a máscara que uso quando ando por casa normalmente, hoje calhou ser a minha folga e por isso ando à vontade por casa. Acho que se hoje saísse à rua desta forma ninguém iria achar estranho, talvez por ser Carnaval.
Pessoalmente não gosto do Carnaval, não lhe acho piada alguma, falo com certeza do Carnaval brasileiro ou do Carnaval à brasileira porque o Carnaval para mim faz-me lembrar Veneza e o Carnaval encantador por onde passeiam fatos deslumbrantes e máscaras misteriosas e ricas em história.
Neste dia 28 é também dia de anos da minha melhor amiga, a Micas, faz 26 anitos e acho que já recebeu a melhor prenda que alguma vez teve, à menos de 3 meses abriu finalmente a sua loja de acessórios com a marca criada por si mesma, a marca Angelz. Acho que já tem quase tudo o que uma pessoa deseja, um emprego que adora, um namorado, saúde e uma casa, só fica mesmo a faltar uma criança a dar dores de cabeça aos pais... hehehe... para ela muitas beijocas!

sábado, fevereiro 18, 2006

O homem do Ferrari

Lê-se hoje no Jornal de Notícias o seguinte, passo a citar «Mário Ribeiro, ex-concorrente do primeiro "Big brother", e outros dois indivíduos foram detidos, na madrugada de ontem, pela Polícia Judiciária (PJ) por suspeita de roubos à mão armada. Depois de terem sido ouvidos durante toda a tarde de ontem, no Tribunal de Instrução Criminal (TIC), no Porto, Mário e outro companheiro ficaram em prisão preventiva, a medida de coacção mais pesada. O terceiro suspeito saiu em liberdade, obrigado a apresentações periódicas às autoridades.

Há vários meses que a PJ do Porto andava no encalço dos três indivíduos, "já com antecedentes criminais e ligados ao mundo da diversão nocturna", como é referido em comunicado. Na madrugada de ontem, os jovens foram detidos na casa da namorada do ex-Big brother, em Matosinhos. Foram-lhes apreendidas duas viaturas, chapas de matrículas falsas, uma arma, material informático, diversos artigos furtados e uma farda da PSP, alegadamente usada para espectáculos de strip-tease.

Segundo a PJ, os detidos estão indiciados pela prática de um crime de roubo a um transportador de valores, outro a uma loja de material informático, e furto numa loja de conveniência, tudo na Área Metropolitana do Porto. Os roubos, entre dinheiro e material, terão rendido mais de 75 mil euros.

O JN sabe que um dos assaltos foi perpetrado no final do ano passado contra um segurança responsável por recolher o dinheiro do restaurante McDonald's do shopping Via Catarina, no Porto. A vítima foi abordada quando se encontrava no parque de estacionamento do centro comercial, mas conseguiu escapar a pé com um saco de dinheiro que estava na mala. Os assaltantes roubaram o jipe do segurança, com o resto dos valores, levando-o para a zona do Mindelo (Vila do Conde), onde lhe pegaram fogo. Ao que tudo indica, o ex-concorrente do concurso da TVI, de 24 anos, seria o cabecilha do grupo. Depois de ter alcançado a fama com a participação no "Big brother", ontem, Mário saiu do TIC com um capuz para escapar às fotografias.» in jn.sapo.pt
Também o Correio da Manhã fez capa com o mesmo assunto.
Não sei ao certo porquê mas esbocei um grande sorrigo seguido uma gargalhada ao ler a notícia, é verdade que alguém já me disse que me rio do azar dos outros, talvez, não o faço propositado mas está na minha natureza, talvez seja um bocado mórbido, mas isso não interssa neste momento.
Afinal sempre é verdade que o herói por vezes é um ladrão mascarado, não quero condenar já o pobre rapaz, mas o facto de já ter sido apanhado significa algo, deixarei a investigação para a polícia e quero só falar do facto da televisão sensacionalista de Portugal não ter relatado o caso, até porque tem por costume noticiar a vida dos ex-concorrentes do Big Brother. Às vezes dá jeito fingir que não sabem nada quando a mancha é grande e horrorosa, nessa altura tenta-se esconder por debaixo do tapete lá de casa. Até seria de esperar que a TVI ajudasse o moço, contratando um advogado de topo!
Ainda cheguei a pensar que ele andava a roubar para poder recuperar o Ferrari que tanto chamou à atenção, que comprou e usou mas depois não o conseguia suportar... Afinal o Big Mário não é assim tão "Big", as suas fãs devem estar em estado de choque a pensar, como será possível que alguém que conhecem da televisão ser um assaltante? Como será possível o miúdo do "tás a ber! tás a ber!" pertencer ao mundo do crime e andar para aí de arma em pulso? Talvez seja já altura de não acreditarem tudo o que é seleccionadamente escolhido para passar na televisão ou fazerem de desconhecidos heróis de Portugal.

quinta-feira, fevereiro 16, 2006

12-14-16

Esta semana tem sido muito especial e por isso diferente das típicas semanas casa-trabalho-casa! Ora dia 12 de Fevereiro, no passado domingo, a minha menina fez anitos, contou dezanove primaveras e pôde estar com quem queria nesse dia, apesar de dizer que não queria festejar não podia deixar de fazer qualquer coisita, a prenda foi entregue em kilos de mimos, o jantar a dois no Irish Pub que ela tanto adora, no meio de isto tudo o telemóvel apitava como quisesse atenção por parte da dona, ora era mensagens ora telefonema rápido para os habituais parabéns.
Tivémos, por assim dizer, uma folga de festejos no dia seguinte, para na terça-feira, o dia das almas gémeas, simplesmente ficar nos braços um do outro, sem necessidade de recorrer a consumismos típicos do dia. Só chegámos mesmo a sair por hora do pôr do sol, uma viagem rápida à praia de Algés (aparentemente mais limpa do que pensava) para nos despedirmos do sol à beira mar, ainda fui rodeado de um coração desenhado na areia por ela e o flash da camera disparou, como era o nosso primeiro dia 14 do mês 2 acabámos por irmos também pela primeira vez ao Almada Fórum na outra margem do rio, passeámos, rimos, abraçámo-nos, ameacei oferecer-lhe mil e umas coisas por onde passávamos, como é típico, e depois de jantarmos voltámos para casa onde... as reticências não me permitem continuar...
Quarta foi dia de regresso ao trabalho, pela manhãzita para estar com ela da parte da tarde, e dado a minha mais que boa disposição, depois de sair do trabalho, passei pelo Jumbo, passo a publicidade, para comprar umas coisitas de última hora. ao chegar a casa encontrei-a já acordadita e disse-lhe que iria cozinhar para ela, levantou-se e veio fazer-me companhia para a cozinha, visto ter-lhe falado de um semi-frio nos últimos dias propus-lhe meter mãos à obra já que seria bastante fácil fazê-lo enquanto eu tratava do prato principal. A ementa consistia somente num prato principal pois as 16 horas aproximavam-se e era mais um lanche jantarada do que um almoço lanche. Fiz então uma massa com queijo, com molho à parte de fiambre e cogumelos salteados, natas, um pouco de leite meio gordo conforme a consistência que quis lhe dar, um bocado de oregãos (simplesmente uso em quase tudo) e um bocadito de nada de molho inglês. A crítica que recebi foi positiva, talvez por isso brinque um pouco ao dizer que podia estar melhor! A tal sobremesa ficou para hoje e já explico porquê.
Pela noite, e como estávamos muito preguiçosos, dado o tardio almoço, acabámos por ir jantar já tarde e limitámo-nos a acabar com alguns tupperwares que se encondiam no frigorífico mas, quando ela já dava por concluído o jantar eis que peço para não se levantar porque... faltava a sobremesa, não a que tínhamos feito ao almoço mas uma preparada na hora e em directo como se fosse na TV. Ora saquei da tábua e arranjei uma banada, descasquei-a e partí-a ao meio, coloquei-a num prato, coloquei-lhe um bola de gelado de morango e natas, chatilly e... topping de chocolate, eis uma banana split para dois gulosos! Nunca uma banana split soube tão bem e desapareceu tão depressa como ontem. Dada a curiosidade dela pela sobremesa feita à tarde abri o congelador e como já estava solidificada deixei-a provar ao que ela quase que fugiu com a sobremesa, parece que gostou! :D
Para hoje ficou então essa mesmo sobremesa, principalmente porque é o nosso dia, não o primeiro como o de 14 mas sim o 10º mês do nosso namoro, por isso tem de ser um dia doce docinho, mais do que os restantes. Como o amor não são só beijinhos e abraços também temos de satisfazer o estômago da pessoa amada, neste caso com um semi-frio amigo das dores de barriga, visto ser ultra-doce! Não que queira guardar em segredo a receita, ao contrário do que ela possa dizer, darei a quem quiser a receita desde que tenham experimentado, é só uma questão de um pouco de orgulho a mais da minha parte. Shame on me! Eu sei... eu sei...
O que interessa é que ela adorou e chora por mais, já disse que quando voltar a casa vai fazer o semi-frio, não só para si mas também para o pai que também pertence ao clube dos gulosos! Só para terem uma ideia da doçura, imaginem algo que leve leite condensado e bolachas de chocolate (as cookies americanas)!!! Ultra-super-doce!!!! Com esta conversa toda fiquei com fome, hora de ir assaltar o frigorífico mais próximo! :x

quinta-feira, fevereiro 09, 2006

Happy B-Day!

If you're happy and you know it, clap your hands (clap clap)
If you're happy and you know it, clap your hands (clap clap)
If you're happy and you know it, then your face will surely show it
If you're happy and you know it, clap your hands. (clap clap)

If you're happy and you know it, stomp your feet (stomp stomp)
If you're happy and you know it, stomp your feet (stomp stomp)
If you're happy and you know it, then your face will surely show it
If you're happy and you know it, stomp your feet. (stomp stomp)

If you're happy and you know it, shout "Hurray!" (hoo-ray!)
If you're happy and you know it, shout "Hurray!" (hoo-ray!)
If you're happy and you know it, then your face will surely show it
If you're happy and you know it, shout "Hurray!" (hoo-ray!)

If you're happy and you know it, do all three (clap-clap, stomp-stomp, hoo-ray!)
If you're happy and you know it, do all three (clap-clap, stomp-stomp, hoo-ray!)
If you're happy and you know it, then your face will surely show it
If you're happy and you know it, do all three. (clap-clap, stomp-stomp, hoo-ray!)

Hoje a minha avó materna faz 64 anitos!!!! Nem hoje ela deixa as pessoas cozinharem cá em casa, ou lavarem a loiça, ou a roupa ou engomar... é a Speedy Gonzalez do Lar! Ah e depois ainda vais tricotar!

sábado, fevereiro 04, 2006

Tento na língua! Parte II

Buahahaha buahahaha, chorou a menina quando precisou fazer queixinhas aos seus superiores, desencadeou um processo que não pode vencer pelo simples facto que não tem razão. As mais de 7 ou 8 pessoas que presenciaram a má educação da jovem não terão quaisquer reticências ao contarem o que viram, o que realmente se passou, parece que não bastou a falta de educação e portanto teve que mentir de modo a tentar prejudicar os inocentes. Está com azar e só vai prejudicar a ténue relação que ainda tem com os colegas da edição.
A única coisa que poderá sair deste processo é uma lição de como tratar os seus colegas quando precisar de alguma coisa, a pensar duas vezes antes de invadir uma sala de trabalho, a não gritar porque só grita quem não possui poder hierárquico para levar com a sua avante.

quarta-feira, fevereiro 01, 2006

Tento na língua!

Detesto! Detesto que as pessoas me faltem ao respeito quando eu nunca tomo atitudes dessas, ainda por cima quando uma pessoa está a trabalhar e sem mais nem menos entra uma histérica pela a sala a dentro como se do fim do mundo se tratasse, a berrar e aos pulos como uma criança a fazer birra, quase que levantava voo de tanto mexer os braços que nem pombo!
Não me aconteceu a mim mas sim a uma colega minha que já tinha mudado de sala por existirem outros colegas com maiores prioridades e portanto com necessidade de ocuparem a sala, o que nenhum editor de imagem aprecia diga-se. Teve de esperar por uma sala de edição vaga. Quando finalmente pôde continuar o seu trabalho com a jornalista aparece, que nem o Bip Bip (desenho animado da Warner Bros), a tal jornalista em estado histérico, berrando "preciso trimar uma peça, preciso trimar uma peça!". Passa por uma sala, tenta interromper mas a pessoa que lá se encontrava tinha prioridade, passa então por uma segunda sala e não pára, encontrava-se a trabalhar uma pivot da "casa" e por isso não tem coragem de pedir para parar o trabalho, mesmo sendo para o dia seguinte, continua a sua caminhada, pede para interromper o trabalho a um outro colega meu e berra "Pára! Pára! Trima-me uma peça porra!... Merda! Merda!" (é do norte e por isso perdoamos, até porque já estamos habituado), claro que a sua mal educação não leva a nenhum lado, já que o meu colega não se deixa intimar e manda-a para a outra sala que restava. De quem era? A da minha colega que já tinha mudado anteriormente de sala.
A jornalista, que nem tornado, desloca-se para a sala, não bate a porta e quase que a deita abaixo que nem uma equipa especial da polícia a fazer uma rusga, de novo berra e exige que parassem com o trabalho porque isto e por aquilo, bla bla bla bla. Enfim, consegue gerar uma discussão entre três mulheres, ainda por cima quando uma dessas pessoas é uma das mais simpáticas e queridas que conheço e até eu fiquei boquiaberto ao vê-la transformar-se por completo, quase assisti às tão faladas cat fight.
Isto tudo passou-se perante os olhos atentos de colegas da edição e os meus, ninguém abriu a boca para não piorar as coisas, só mesmo quando se viu que a situação podia tornar-se explosiva é que tentámos intervir, o que por essa altura, e para não prejudicar o trabalho que já vinha a fazer, a minha colega parou o que estava a editar para fazer a vontade à madame, a qual não parou de berrar um segundo, nem mesmo depois de conseguir o que queria. Foi-se afastando a resmungar que isto não podia ser assim ou assado, que não havia respeito, que estava ali desde a manhã até à noite para fazer aquilo, enfim, as maiores barbaridades que lhe vinham à cabeça.
Fui jantar com uns colegas e quando voltei soube que tinham falado com o meu chefe, pois a tal senhora tinha feito queixa, o meu chefe, que presenciou a falta de respeito dessa jornalista para com uma colega de trabalho, depois de um tentativa para falar calmamente, visto que a madame não parava de o interromper, respondeu de boa e alta voz que não as coisas não se tinham passado da maneira como a queixosa dizia e meteu-a na linha, defendendo justamente a minha colega.
Todos os que presenciaram este acontecimento condenável, de futuro, com esta senhora, pensarão duas vezes em lhe fazer uma vontade se vier, sem modos, pedir algo em cima da hora. Eu pelo menos vou parar para pensar! Faltas de respeito comigo não serão toleradas e muito menos queixinhas mentirosas!