Quer se acredite quer não outrora os fatos de banho eram feitos de lã! Pode parecer um total absurdo mas a ideia era não ter frio ao mergulhar no mar, claro que também não se dispensava a touca. Por volta de 1846 aparece o calção, a princípio causou uma onda de choque, visto ser justo e mostrar mais do que era normal mas que permitia uma maior liberdade de movimentos. No início do século XX era normal ver uma mulher com um véu na praia, assim evitavam queimar-se, já que o bronzeado não era moda, visto estar associado à cor de pele dos escravos. Com o passar dos anos os fatos de banho passaram por várias revoluções, desapareceram os espartilhos e a lã, começou-se a usar o nylon...
O auge da revolução deu-se em 1946 com a invenção do bikini por parte do estilista Louis Réard. O nome proveio da espectativa do estilista em relação à sua criação, já que comparou o impacto do bikini à bomba nuclear, naquela altura em teste no atol de Bikini, no sul do Pacífico.
Passado algumas décadas o bikini tornou-se vestuário habitual para as mulheres que passeavam pela praia. Mais tarde, por terras brasileiras, Zilda Maria Costa resolveu reduzir o bikini, puxando-o para a cintura, enrolando onde podia, criando assim a famosa e reveladora tanga.
Por fim aparece a lycra! Criado pela indústria química Dupont, o tecido que se cola ao corpo ganhou a preferência de todos os apaixonados pela praia. Já perto dos anos 90 aparece o fio-dental. Hoje em dia as mulheres têm um vasto leque de opções, entre o mais pequeno e revelador bikini até ao bikini mais envergonhado e conservador. Hoje não só existem em lycra mas também algodão, crochê, etc, de todas as cores e padrões.
Mais contente que as mulheres por esta invenção estão os homens de todo o mundo, que quanto menos virem de tecido mais "felizes" ficam! Por isso hoje os homens dizem muito obrigado!
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