Depois de mais um dia madrugador de trabalho combinei almoçar com a minha melhor amiga, com uma rápida conversa via messenger decidimos almoçar no Centro Comercial Colombo. Lá nos encontrámos e corremos rapidamente para o restaurante, já que ambos estávamos esfomeados que nem loucos.
Um almoço como à muito não tínhamos, falámos das nossas vidas, dos problemas, dos momentos alegres e partilhámos os segredos da nossa vida. Para ajudar a digestão decidimos então passear um pouco, sempre acompanhados por divertidas conversas. As horas passaram depressa e depois de montras vistas e apreciadas foi hora de regressar a casa, até porque já não somos estudantes em férias, onde já vão esses anos...
Curiosamente tínhamos o carro estacionado nos dois pontos opostos e por isso a despedida enviou-nos para lados opostos, ora ía eu muito descontraídamente em d
irecção ao acesso do parque quando reparo numa multidão parada no meio da praça, ouvem-se gritos e uma agitação, quando passo no local reparo nuns cinco a seis seguranças envolvidos com um homem de meia idade e duas mulheres, também da mesma idade, e algumas crianças. A primeiro não percebi o que se passava, a primeira coisa que me veio à cabeça foi a possibilidade de terem apanhado essas pessoas a roubarem uma loja, não poderia estar mais errado, após ter-me juntado às pessoas que assistiam àquela triste cena conseguir descernir algumas palavras de uma das mulheres, que insultava o homem com todo o mais vasto vocabulário de asneiras jamais inventadas, afinal de contas era um caso de traição amorosa, pelo menos foi a conclusão que retirei de toda a confusão criada. A meu entender as duas mulheres encontraram-se, estando uma delas acompanhas pela o senhor e a partir daí descambou tudo para a tentativa de violência verbal e física, valeu a segurança do Centro Comercial para separar as pessoas.
Fez-me lembrar um pouco as várias telenovelas que passam na televisão que relatam histórias deste tipo, confesso que ao vivo é mais engraçado (infelizmente) e só tenho pena das crianças metidas no meio disto tudo, que nada têm a haver com o assunto e, que acabam por ser no fim as mais prejudicadas, até porque as coisas costumam terminar mal entre o casal, O alunos do Chapitô costumam actuar às terças no Centro Comercial, hoje o teatro foi outro...
Um almoço como à muito não tínhamos, falámos das nossas vidas, dos problemas, dos momentos alegres e partilhámos os segredos da nossa vida. Para ajudar a digestão decidimos então passear um pouco, sempre acompanhados por divertidas conversas. As horas passaram depressa e depois de montras vistas e apreciadas foi hora de regressar a casa, até porque já não somos estudantes em férias, onde já vão esses anos...
Curiosamente tínhamos o carro estacionado nos dois pontos opostos e por isso a despedida enviou-nos para lados opostos, ora ía eu muito descontraídamente em d
irecção ao acesso do parque quando reparo numa multidão parada no meio da praça, ouvem-se gritos e uma agitação, quando passo no local reparo nuns cinco a seis seguranças envolvidos com um homem de meia idade e duas mulheres, também da mesma idade, e algumas crianças. A primeiro não percebi o que se passava, a primeira coisa que me veio à cabeça foi a possibilidade de terem apanhado essas pessoas a roubarem uma loja, não poderia estar mais errado, após ter-me juntado às pessoas que assistiam àquela triste cena conseguir descernir algumas palavras de uma das mulheres, que insultava o homem com todo o mais vasto vocabulário de asneiras jamais inventadas, afinal de contas era um caso de traição amorosa, pelo menos foi a conclusão que retirei de toda a confusão criada. A meu entender as duas mulheres encontraram-se, estando uma delas acompanhas pela o senhor e a partir daí descambou tudo para a tentativa de violência verbal e física, valeu a segurança do Centro Comercial para separar as pessoas.Fez-me lembrar um pouco as várias telenovelas que passam na televisão que relatam histórias deste tipo, confesso que ao vivo é mais engraçado (infelizmente) e só tenho pena das crianças metidas no meio disto tudo, que nada têm a haver com o assunto e, que acabam por ser no fim as mais prejudicadas, até porque as coisas costumam terminar mal entre o casal, O alunos do Chapitô costumam actuar às terças no Centro Comercial, hoje o teatro foi outro...
1 comentário:
E afinal, tanta peixarada para quê? Talvez para compreender o motivo da traição...
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