Se existem memórias que ficam connosco durante anos e anos são as da nossa infância na escola e dos amigos com quem partilhámos o início da nossa vida. Eu penso ter uma capacidade excelente para guardar memórias visuais, daí ser mais fácil reconhecer uma cara do que associar um nome a essa cara, salvo excepção é claro! Mas ninguém pense que irei revelar nomes porque não é essa a questão... No meio disto tudo fico triste quando olho para trás e vejo que essas amizades de à 25 anos se perderam no tempo, visto que ao chegarmos à quarta classe era tempo de deixar a escola e mudar para outra, uma vez que só nos encontrávamos na escola manter o contacto era quase impossível, porque nem sequer tínhamos noção ou consciência do que era mudar de escola.
Anos e anos depois desejamos reencontrar essas mesmas pessoas, que afinal são parte da nossa vida, pegamos em fotos desses tempos de escola e tentamos lembrar-nos de nomes ou outras pistas que nos façam chegar a esse indivíduos. Pesquisamos na internet e é normal que pelo menos encontremos um de muitos, felizmente foi isso que aconteceu à já algum tempo mas o que me animou realmente foi nesta última semana mais duas pessoas se terem juntado à primeira. Confesso que à primeira não reconheci a Inês, embora o nome me transportasse para os dias de escola, só conseguia imagina a pequena Inês mas com uma simples mensagem para a Catarina, a primeira pessoa que reencontrei, e tudo ficou esclarecido. Dias depois, entre alguns pedidos de amizade no facebook, uma tal de Ana Filipa veio até mim, mais uma vez olhei parao a passado, procurando nas minhas memórias uma pista desse nome, procurei e procurei em todos os recantos, contudo não encontrei, outrora despacharia esse pedido de amizade mas não agora, porquê desistir de descobrir que é alguém quando uma simples mensagem pode fazer a diferença, e foi assim que mais uma ligação do passado ultrapassou todas as barreiras e apanhou o presente. É como que se aos poucos um grande puzzle começasse a ganhar vida, peça ante peça encaixando, seria tão bom que dentro de alguns meses o mesmo pudesse estar completo, que um pouco como tradição as pessoas pudessem fazer algo como uma reunião e em qualquer sítio se encontrarem para uma noite, como se diz na minha terra, a walk down memory lane.
Anos e anos depois desejamos reencontrar essas mesmas pessoas, que afinal são parte da nossa vida, pegamos em fotos desses tempos de escola e tentamos lembrar-nos de nomes ou outras pistas que nos façam chegar a esse indivíduos. Pesquisamos na internet e é normal que pelo menos encontremos um de muitos, felizmente foi isso que aconteceu à já algum tempo mas o que me animou realmente foi nesta última semana mais duas pessoas se terem juntado à primeira. Confesso que à primeira não reconheci a Inês, embora o nome me transportasse para os dias de escola, só conseguia imagina a pequena Inês mas com uma simples mensagem para a Catarina, a primeira pessoa que reencontrei, e tudo ficou esclarecido. Dias depois, entre alguns pedidos de amizade no facebook, uma tal de Ana Filipa veio até mim, mais uma vez olhei parao a passado, procurando nas minhas memórias uma pista desse nome, procurei e procurei em todos os recantos, contudo não encontrei, outrora despacharia esse pedido de amizade mas não agora, porquê desistir de descobrir que é alguém quando uma simples mensagem pode fazer a diferença, e foi assim que mais uma ligação do passado ultrapassou todas as barreiras e apanhou o presente. É como que se aos poucos um grande puzzle começasse a ganhar vida, peça ante peça encaixando, seria tão bom que dentro de alguns meses o mesmo pudesse estar completo, que um pouco como tradição as pessoas pudessem fazer algo como uma reunião e em qualquer sítio se encontrarem para uma noite, como se diz na minha terra, a walk down memory lane.