Porque é à sexta-feira que te acabo por perder para o fim-de-semana que hoje faço questão de te saudar e tentar colocar um sorriso por entre esses delicados lábios conforme me leias. Olá chica! Saudação breve, que nem telegrama expedido com o teu nome no topo da página.
Bem, se assim o fosse seria agora altura de dizer stop, assim poderia ser, porém não interessa o número de caracteres usados ou o valor monetário da mensagem [tudo bem que aqui é gratuito, mas isso não interessa!], o que interessa é que sexta-feira atrás de sexta-feira lembro e relembro-me que na agenda dos meses que já nos abandonaram ficaram marcadas datas de dias que combinámos cruzar-nos por hora do almoço. Durante algumas horas partilhámos novas experiências e trocámos impressões, passámos por momentos mais, como dizer, inconvenientes, especialmente para aquela menina que adoro e nada gosta de revelar ou deixar perceber o que o coração sente. Revivo esses momentos de bom grado e deixo levar-me pelos ponteiro do relógio sem lhes dar grande importância.
Ainda ontem, a senhora que vive perto da estação de comboio considerava-me o ultra romântico do século XXI, confesso que inundou o meu ego com tal afirmação e, deixou-me de sorriso largo nesta face cansada, exagero certo de uma pessoa mais que suspeita. E mais não digo!
Nestes últimos dias fiz saber, num tom bem explícito [talvez demasiado!?], alguns desejos que acabaram por assustar a minha musa. Contudo não sei se foi um susto dos bons ou dos maus, gostava de o saber mas duvido que seja revelado aos meus ouvidos num futuro próximo... Por vezes o cansaço do corpo permite à mente libertar-se e expressar o que o coração realmente busca, violando todas as leis da sociedade e o que apelam de politicamente correcto. Para o bem ou para o mal [espero que para o bem!] gosto de saber que as minhas palavras trocadas não são ocas ou descartáveis, que são sentidas e que só a nós dois pertencem.
Quem me dera fazer sentido de uma ou outra situação, até porque são muitas as ocasiões que a procuramos à janela e nunca a encontramos ao mesmo tempo. Ora quando contava surpreender quem me faz sonhar todos os dias, acabo por ser eu o surpreendido ao descobrir que a encontrámos finalmente no mesmo instante, e nós tão longe um do outro. Coincidência é uma palavra que não consta do meu dicionário.
Pessoalmente odeio o silêncio que oculta uma resposta. Se me dessem a escolher preferia sempre conhecê-la, fosse positiva ou negativa, porque deixar alguém à deriva é bem pior! Questiono se será por vergonha, por ir contra a racionalidade do pensamento ou um qualquer ideal, ou ainda por significar que ao responder estaria a dar tempo de antena ao coração e com isso derrubar uma parede que até aí sempre se manteve firme. Pois não sei... Sei que esse silêncio já não cria expectativas que me deixavam desesperadamente ansioso, já o aceitei como um sendo um bicho de hábitos, por isso retomo ao que tinha parado de fazer e deixo entregue ao destino a possibilidade de uma resposta.
Ah! O telegrama! Ora fosse isto um telegrama estaria pobre, loucamente enamorado mas pobre. Infelizmente o momento não é favorável ao coração, uma vez que, entre outras coisas, preferia deixar o papel de lado e percorrer o teu corpo com a mesma mão que muitas palavras teria para te contar e, o que as reticências depois daquela letra S escondiam, é um sentimento bem maior que deveria ter começado por um A e jamais ser censurado. Provavelmente o susto teria sido maior, sei-o bem, mas por favor não te assustes com a sinceridade de quem escreveu aquelas palavras, que jamais estariam ali se não te desejasse e te respeitasse tanto!
Que o teu fim-de-semana seja pacífico e cheio de alegrias.
Besos.
Nestes últimos dias fiz saber, num tom bem explícito [talvez demasiado!?], alguns desejos que acabaram por assustar a minha musa. Contudo não sei se foi um susto dos bons ou dos maus, gostava de o saber mas duvido que seja revelado aos meus ouvidos num futuro próximo... Por vezes o cansaço do corpo permite à mente libertar-se e expressar o que o coração realmente busca, violando todas as leis da sociedade e o que apelam de politicamente correcto. Para o bem ou para o mal [espero que para o bem!] gosto de saber que as minhas palavras trocadas não são ocas ou descartáveis, que são sentidas e que só a nós dois pertencem.
Quem me dera fazer sentido de uma ou outra situação, até porque são muitas as ocasiões que a procuramos à janela e nunca a encontramos ao mesmo tempo. Ora quando contava surpreender quem me faz sonhar todos os dias, acabo por ser eu o surpreendido ao descobrir que a encontrámos finalmente no mesmo instante, e nós tão longe um do outro. Coincidência é uma palavra que não consta do meu dicionário.
Pessoalmente odeio o silêncio que oculta uma resposta. Se me dessem a escolher preferia sempre conhecê-la, fosse positiva ou negativa, porque deixar alguém à deriva é bem pior! Questiono se será por vergonha, por ir contra a racionalidade do pensamento ou um qualquer ideal, ou ainda por significar que ao responder estaria a dar tempo de antena ao coração e com isso derrubar uma parede que até aí sempre se manteve firme. Pois não sei... Sei que esse silêncio já não cria expectativas que me deixavam desesperadamente ansioso, já o aceitei como um sendo um bicho de hábitos, por isso retomo ao que tinha parado de fazer e deixo entregue ao destino a possibilidade de uma resposta.
Ah! O telegrama! Ora fosse isto um telegrama estaria pobre, loucamente enamorado mas pobre. Infelizmente o momento não é favorável ao coração, uma vez que, entre outras coisas, preferia deixar o papel de lado e percorrer o teu corpo com a mesma mão que muitas palavras teria para te contar e, o que as reticências depois daquela letra S escondiam, é um sentimento bem maior que deveria ter começado por um A e jamais ser censurado. Provavelmente o susto teria sido maior, sei-o bem, mas por favor não te assustes com a sinceridade de quem escreveu aquelas palavras, que jamais estariam ali se não te desejasse e te respeitasse tanto!
Que o teu fim-de-semana seja pacífico e cheio de alegrias.
Besos.
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