terça-feira, maio 10, 2005
Felicidade que enches o meu coração
quinta-feira, maio 05, 2005
Nos teus braços

Sou doido por ti, não existe como negá-lo, pois as acções (irracionais) falam por si mesmo, e se por acaso alguém tiver que ser acusado, então que acusem o meu coração pois só ele pode responder por tais acções... apaixonadas.
As tuas reacções são um mixo de prazer e embaraço, gostas do que sentes mas achas estranho as situações em que te encontras, foges e escondes-te de ti mesma, sem compreenderes que és linda e não deves ocultar no escuro da noite, a tua perfeição perante os meus olhos.
A noite foge depressa, malditas horas que nos mantém afastados um do outro, o que nos obriga a regressar ao mundo e, posteriormente, a falar de despedidas, nem que seja só até amanhã.
As nossas necessidades são diferentes, como já me disseste, e talvez por isso ainda durmas quando eu já desperto espero por ti à tua porta. O entrar e sair de pessoas faz com que eu seja um estranho naquele lugar, e existe até quem questione o que ali faço.
Partimos para terras altas e verdejantes, sem saber o que encontrar e deixamo-nos perder pelo que vamos descobrindo. Sem sabermos damos com a história do país, perdida no tempo, e estamos mais próximos da mãe natureza. Após uma estrada demasiado acidentada damos com um pequeno paraíso na serra, parece que chove mas no final de contas é só a serra que chora. Ninguém sabe se de tristeza ou de tremenda alegria mas o espectáculo é encantador, apetece chegar mais perto mas as rochas tratam de proteger esse local sagrado e transformam assim o caminho irregular e de difícil acesso.
Lembras-te dos cavalos que se passeavam pela estrada no sentido contrário? Quem mais para nos fazer parar e deixar-nos boquiabertos a observá-los, as crias são quem mais chamavam à atenção e conforme passavam por nós pareciam obervar-nos da primeira vez com olhos desconfiados mas depois viravam a face para o outro lado como se ganhassem confiança em nós ou então desinteressavam-se...
Subimos tanto que quando demos por nós reparámos que estávamos em Espanha e embora lá dentro o sentimento fosse de seguir em frente, o carro virou para trás e regressámos.
Passeámo-nos no dia seguinte por terras do galo mais conhecido de Portugal e como seria de esperar, já que onde vamos damos com um acontecimento qualquer, havia festa, cabeçudos passeavam-se pela rua ao som de tambores, a feira estava instalada no parque da cidade e o sol lá bem alto estava radioso.
Visitámos uma das tuas terras favoritas e pelo resto do dia fizemos dela nossa casa, passeámos pela cidade e por voltas do almoço ainda procurámos o tal restaurante de que falavas tanto mas, dado estar fechado, seguimos de volta os nossos passos e deliciámo-nos com uma pizza num restaurante que fizeste questão de te lembrares para mais tarde voltares com os teus pais.
Provavelmente foi o dia mais calmo de todo o fim-de-semana, o que soube bem tenho que confessar, e dediquei-me a ajudar-te com o que precisavas, foi um bocado difícil porque não paravas de brincar. Depois do trabalho feito, vimos o autocarro da equipa da tua cidade passar e decidimos regressar ao nosso porto de abrigo.
Como existe um sítio onde já temos lugar privado, dirigimo-nos para lá e, como todos os dias acontece, ficámos por ali a enamorarmo-nos até ser hora de regressar. Agora à que admitir que o futebol faz milagres e em caso de vitória então, enfim, sem palavras...
A parte pior foi saber que te tinha de deixar, o meu coração encheu-se de tamanha tristeza que os olhos ficam mais carregados e pesados com lágrimas que os rodeavam, quase que me queria agarrar aquele momento e não largá-lo mais! Nesse instante foste mais doce que o próprio mel, mais era impossível, mas não conseguia conter tamanha tristeza pois a felicidade transbordada neste passado fim-de-semana era tal que tudo era mais sentido.
A noite passou dificilmente e ao abrir a janela até senti que o tempo estava solidário com a nossa temporária separação, as nuvens tinham-se juntado como num velório, para chorarem pela partida de um entrequerido.
Queria ver-te de novo uma vez mais antes de partir para terras azuis e, por isso, qualquer outra solução para devolver-te as chaves não era viável senão em pessoa, assim dirigi-me, embora ainda muito cedo, para a tua escola, onde escrevi para passar o tempo enquanto imaginava-te por detrás de uma janela de uma sala de aula.
Muito fica por contar, mas essas lembranças são só nossas e connosco ficam guardadas, no nosso coração, para todo o sempre e não têm lugar aqui ou noutro mundo escrito, falado ou pensado.
Acho que o fim-de-semana serviu principalmente para reforçarmos o amor que temos um pelo o outro e quanto tudo isto é mágico.
quinta-feira, abril 28, 2005
Obrigado

Quero fazer-te feliz, quero que cada dia que passes comigo seja único e mágico, que sintas que as horas evaporam, que os minutos se transformem em mimos e os segundos em beijos dados.
Deste-me a maior prenda naquele dia especial, e mesmo sendo dois dias depois da data marcada no calendário, quero que saibas que esta segunda-feira o coração bateu mais forte desde que te conheci, acelarado pelos teus doces e prolongados beijos, através dos quais sucavas um pouco da minha vida para devolveres no instante seguinte com outro beijo.
A fome era grande, não aquela que alimenta o estomâgo mas sim a que enche o coração, lá do alto, unidos num abraço, apreciavámos a brisa que naquele dia transportava o silêncio e a paz para junto de nós e do silêncio sussurrávamos ao ouvido um do outro, longe da curiosidade passageira, que queríamos ser como duas pedras, erguidas no meio daquela história toda, juntas para sempre num eterno abraço amoroso.
Partilhamos de um segredo, a loucura dá para isto, o sangue fervoroso deixa o racionalismo de parte e no fim amamo-nos. Peço-te desculpa, mesmo sabendo que não seria necessário, pois ambos somos dois incuráveis amantes, mas também te agradeço por tudo o que me deste nesse dia especial, mais do que o anterior menos que o próximo... Obrigado.
quarta-feira, abril 20, 2005
Sinto a tua falta...

O dia soube a verdadeiro mel, do mais doce que existe, não me apetecia descolar do teu abraço quente e sentido. Escondes-te da objectiva que não faz juz à tua saborosa beleza, escondes-te até não conseguires resistir mais à sua atracção. Entregas-te bem devagarinho e aprendes a saborear cada segundo guardado na memória para todo o sempre. Não sabes ainda, mas o desejo de sentir-te de novo e embalar-te nos meus braços supera qualquer outro pensamento que tente ocupar a minha mente, e até a onda do tempo nos afastar de novo, até o sol voltar a sorrir-nos e a lua abrigar-nos na segurança da noite, vou sentir muito a tua falta...
segunda-feira, abril 18, 2005
A menina perdida em si mesmo (final do principio)
domingo, abril 17, 2005
A walk to remember
terça-feira, abril 12, 2005
A menina perdida em si mesmo (Parte 2)
segunda-feira, abril 11, 2005
Já não era sem tempo!
domingo, abril 03, 2005
A menina perdida em si mesmo
quinta-feira, março 31, 2005
Mas a única certeza é que ando amargurado e murcho, detesto os momentos em que a vida deixa o meu cérebro voltar a ligar-se ao coração e trazer-me recordações de situações que jamais poderão ter uma hipótese de acontecer.
Tantas são as coisas porque lutei e desejei e agora nenhuma delas tem sequer importância comparado com a cruel sensação de deixarmos uma pessoa... poderia contar agora alguns episódios que me aconteceram que me deviam ter feito sorrir mas não o fizeram... e pela impressão das pessoas que me rodeiam pareço andar um pouco mais agressivo, nem preciso de pensar duas vezes qual a razão porque a sei bem, também sei que as pessoas com que contacto todos os dias não desempenham papel algum nesta terrivel história em que me encontro mergulhado, nem sei onde consigo ir buscar um gesto amigo entre tanta tristeza, no entanto faço por não castigar as pessoas pelo meu sofrimento a que são alheias.
Enfim... vai-se sobrevivendo....
terça-feira, março 29, 2005
sábado, março 26, 2005
Estou de volta pro meu aconchego
Trazendo na mala bastante saudade
Querendo
Um sorriso sincero, um abraço,
Para aliviar meu cansaço
E toda essa minha vontade
Que bom,
Poder tá contigo de novo,
Roçando o teu corpo e beijando você,
Prá mim tu és a estrela mais linda
Seus olhos me prendem, fascinam,
A paz que eu gosto de ter.
É duro, ficar sem você
Vez em quando
Parece que falta um pedaço de mim
Me alegro na hora de regressar
Parece que eu vou mergulhar
Na felicidade sem fim.
(Elba Ramalho)
quarta-feira, março 23, 2005
Ovo da Páscoa derretido...
O cheiro a novo era fabuloso, parecia um drogado a tomar a sua dose diária após uma prolongada noite de desespero. A sério, passado esse estado parecia então uma autêntica criança, numa noite de natal, a admirar e a brincar com aquele presente especial desejado à muito. Ainda é maior a felicidade e até o orgulho porque não pedi dinheiro a ninguém, e foi tudo derivado a alguns anos de trabalho e algumas horas extras. Assim já não vão poder dizer que chego atrasado ao emprego, visto que desde que mudámos para os limites de Lisboa, que aventurar-me nos transportes públicos é um desafio muito grande e toma-me muito tempo.
À parte deste materialismo, as coisas continuam na mesma, eu correndo atrás de um sonho, tropeçando vezes sem conta sem nunca consegui-lo agarrar, mais porque nestas coisas não sou eu que controlo o destino. Mas os sentimentos teimam em não mudar, estou sem dúvida apaixonado, à espera do beijo dos olhos dela, e com isto tudo acabo por cair na poça da tristeza quando tenho momentos de lucidez que me puxam para a cruel e crú realidade. Mas devo ser um homem com um coração muito grande porque a esperança nela e no futuro é enorme e recusa-se a morrer numa rua qualquer da amargura, digo rua qualquer porque não só existe uma mas muitas mais já que as nossas sociedades fizeram o 'favor' de as criar.
O que me apetecia mesmo era viajar, gostava de pegar no carro e partir à descoberta, sem grande destino planeado, mas não iria querer sem a sua companhia, gostava que, como costumo dizer, a minha menina fosse comigo, e apesar ser um pouco egoísta ao ponto de dizer isto, acho que também lhe faria bem sair de Lisboa e esquecer o passado.
terça-feira, março 15, 2005
Esta prisão torna-se insuportável porque fico sem noticias dela e desespero, oiço com atenção os passos de alguém a aproximar-se e desejo que sejam os dela, mas depois não reconheço o andar e volto para o meu canto triste, sento-me no chão como se voltasse à segurança da barriga da mãe...
Uma pessoa passa dia após dia, em casa ou no trabalho, curioso, que nem um gato, a pensar bela e se está feliz, se está bem, em que pensa e quando mostro interesse em saber, ataca-me com se fosse um intruso quando na realidade quero saber do seu bem estar, mas não só, gosto de ouvi-la contar como correu o dia que termina, e mesmo que tenha sido mau, confortá-la com um sorriso amigo. Tudo bem que existam coisas por demais pessoais, eu percebo, mas fugir sem nada dizer? procurar no silêncio o que me receia contar? acho que já tinha chegado a um nível de confiança onde o medo receia o próprio sentimento e a segurança de contar seja reconfortante e que quer esteja feliz ou não, que partilhe isso com o seu amigo.
Mas já que um amigo não pode ser confidente, espero que o silêncio se torne impossivel ao ponto de gritar bem alto tudo o que acumula lá dentro, sim, ando um pouco revoltado porque ao querer o melhor para ela, sou posto de lado depois de ter estado tão próximo, e tudo porque amo-te, sim é verdade, nunca o neguei e não me farto de o repetir, embora possa exagerar mas não evitar, o facto de me manteres na sombra deixa-me mais preocupado com o teu bem estar, por mais que digas que está tudo bem, que até pode estar e fico contente por assim ser, mas não quero que venhas ter comigo quando te sentires em baixo mas quando também estiveres feliz! Magoar-me? Mais tarde ou mais cedo todos nós nos magoamos, cabe-nos aprender com isso, embora eu nesse aspecto seja muito teimoso. Ainda estou para aprender que ao gostarmos de uma pessoa podemos acabar infelizes porque acham que o amor que procuram afinal é venenoso vindo de certas pessoas.
Sem querer ja falei mais do que queria, embora não quisesse falar de todo...
domingo, março 06, 2005
Fui buscar a felicidade à outra banda...
Após grande insistência de uma menina muito engraçada, aceitei sair com ela embora a paciência e vontade fossem pouca, queria que ela se divertisse porque bem merece e precisa, pois ficar fechada em casa é quase como viver numa jaula, e não lhe desejo isso. Por isso aceitei e em boa hora o fiz porque fez-me bem! Fui até à outra margem, ao Festival de Música Moderna Corroios 2005, assistir com a minha menina, salvo seja, e mais um amigo dela, ao concerto de Ashfield principalmente. Fui buscá-la depois de estar pronta, por causa daquelas coisas que dizem fazer as mulheres mais bonitas quando na realidade já o são, e atrevessámos a ponte, passando por diversas rotundas lá chegámos ao local, fomos tomar uma café, ver os últimos minutos do jogo do porto que passava na televisão e esperar pelo amigo dela.
Dirigimo-nos ao pavilhão, que era mesmo ao lado, e pagos os 2€ de entrada sentámo-nos numa mesa cá atrás. Ainda assistimos ao concerto de 1 das 3 bandas a concurso e posteriormente aos Ashfields. Dada a hora teimar em avançar despedimo-nos do amigo e voltámos. Mas alta podia ir a hora, só que ainda deu para o que os brasileiros chamam de pate papo. Foi bom conversar com ela, soube-me bem, mas ainda soube-me melhor vê-la sorrir e divertir-se. Pelo menos acho que se divertiu. Ah e fiquei a saber mais um segredinho, está descansada que há-de ir comigo para a campa...
Portanto hoje deito-me feliz da vida não pelo pouco que durou mas pelo muito que vivi!
sábado, março 05, 2005
Parar e pensar...
Esta semana, finalmente, fui à procura de automóvel novo porque a minha vida agitada assim reclamava que fosse, assim, e por mais que fosse divertido (que não era) acabou quando numa bela terça-feira de folga disse para um vendedor que podia iniciar o processo da aquisição do meu próximo carro, um belo de um seat ibiza 1.2 fresc. Ainda estive para escolher a minha cor predilecta, o preto, mas bastava o minimo risco para ficar tudo estragado, verde escuro era opção mas a disponibilidade ditou que fosse azul escuro ou azul aniversário como lhe chamam. Agora o tempo de espera é que é angustiante... viva a burocracia toda!
Para a minha querida amiga Vanessa só umas palavras, tu melhor que eu sabes que estás apaixonada por ele, se não percebeste és tu que desesperas escondida por um telefonema dele e não ele, és tu que dás saltos de alegria quando sabes que vais estar com ele e por aí fora, agora que as coisas deram para o torto, já que assim me pareceu, ele preocupado consigo mesmo, está a tentar salvar-se não tendo um gesto de carinho para contigo. Dizias que não te querias agarrar a ninguém mas afinal és prisioneira do teu próprio amor. Independentemente do que acontecer, já sabes que estou por perto! ;)
domingo, fevereiro 20, 2005
como se de caçador me tratasse
buscando presa fácil
para minha satisfação.
Quem te roubou de mim,
Quem te prendeu na torre mais alta,
onde as núvens choram
e o ar é rarefeito?
Sinto-me ignorante
Pois não sei o que se passa
nesse teu pequeno mundo,
querendo ajudar-te empurras-me para longe
Sinto-me como pedaço de tecido
sujo, roto, estragado
deitado para o chão
como se não fosse importante
Dizes que procuras descanso
de uma semana movimentada,
mas o teu silêncio diz outra coisa
porque algo se passa...
Quem és tu?
Onde escondeste a minha menina?
Porque foges?
Porque não me levas contigo?
O meu coração bate por ti
Deseja cuidar de ti
Que temes? de quem foges?
Deixa-me ser a tua luz na escuridão...
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Sorry mas não estou lá muito bem...
terça-feira, fevereiro 15, 2005
Voando nas asas do tempo

Parece que só faltava eu ficar doente lá por casa, pois este fim-de-semana lá entrou porta dentro, sem pedir autorização, o maldito virus que por aí anda a atormentar a vida de muitas e boas pessoas...
Em véspera do dia dos namorados, esse maldito vírus não seria o que me ía impedir de ir comprar um mimo para uma menina muito especial. Posso ter saído de casa com 37º de febre e ter chegado com 38º mas a missão foi cumprida!
14 de Fevereiro, dia dos namorados, segunda-feira de trabalho e eu com febre, será que tenho alguém lá em cima contra mim?! Ganhei força, senti que nada naquele dia me podia afastar da minha menina, assim fui trabalhar com mente em que mal saísse ía estar com ela. O dia passou dolorosamente devagar, mas tudo isso para ser premiado mais tarde.
Quando a vi aproximar de mim o coração começou a acelarar, quase que parecia o coração de um cavalo a bater conforme corre mais e mais nas pradarias... Entre pequenos "flirts" amigáveis, entre pequenos embaraços e aqueles estranhos e incómodos silêncios, os olhares pareciam querer dizer o que da boca teimava não sair.
Ao mesmo tempo que anceava por uma resposta a uma pergunta que pensava ter sido feita, apercebi-me que a resposta já tinha sido dada...
Linda, sei que precisas de recuperar muito do que perdeste, e depois das meias linhas que disseste e deixaste por dizer, esperar não será fardo para mim pois quando se espera para ser feliz, todo o tempo do mundo é insignificante quando depois temos uma eternidade para viver dessa felicidade.
O teu olhar ontem foi, como costumam dizer os meus compatriotas, "priceless" e senti-me tão feliz por ter ver sorrir e ainda mais por teres corado... hihihi... mas fiquei a questionar-me se aquele abraço e aquele baixar de fronteiras quando me permitiste que te desse a mão significava uma esperança para além da amizade, o que me ficou na cabeça foi aquele beijo que parecia ter alvo certeiro não fosse eu num momento óbvio de pura loucura ter-me desviado, será que alucinei!? Depois fiquei com a ideia que cometi o maior erro da minha vida.
Puderá ser lugar comum dizer o que vou dizer, mas preocupa-te primeiro com os teus estudos e fazeres renascer em ti o que perdeste por causa de outros, pois sabes que estarei sempre por perto, mal tu queiras transformar um talvez num sim, já que me negaste o não.
Adoro-te! Um beijo com muito amor...