segunda-feira, julho 25, 2005
quinta-feira, julho 14, 2005
A distância é assim encurtada, mas... recebo uma mensagem tua, a distância aumentou de repente, logo quando chegar a casa, por mais que espere, não vais estar lá, valores materiais impedem ver e ouvir-te. A saudade aperta...
domingo, julho 10, 2005
Nuestra casita
Foi a nossa primeira casa, um local de abrigo, de descanso, de paz e descobertas. Descobrimos verdades e outras mais obscuras, purificámos os nossos corpos, fizémos juras de amor, mantivémos uma luz de presença bem forte para nos abrigarmos dos seres perversos da noite mas no final tivémos que a deixar.
quarta-feira, julho 06, 2005
Duas semanas
Duas semanas que poderiam preencher um livro de milhares de páginas mas muitas dessas páginas certamente estariam vedadas ao leitor mais curioso, mais por serem momentos inteiramente intensos e pessoais, e portanto podendo ser somente vividos e posteriormente recordados pelas duas almas que os tornaram realidade, que sussuraram um "sim" que abriu portas a outro nível de intimidade, ofertas de amor, pequenos sopros arrepiados...
segunda-feira, junho 13, 2005
Acordei para te dar os bons dias, aproximei-me de ti para te beijar mas não te vía, como foi possível o fim-de-semana ter passado tão depressa? Como foi possível deixar-te embarcar no comboio e fugires de mim? Porque abandonei o abraço que nos mantia unidos? Tenho saudades tuas...
domingo, junho 12, 2005
A música que está a tocar é de uma das minhas bandas favoritas, os Within Temptation e o tema chama-se Memories.
Memories
not leaving me alone behind.
There’s no other way.
I prayed to the gods let him stay.
The memories ease the pain inside,
now I know why.
Chorus:
All of my memories keep you near.
In silent moments imagine you here.
All of my memories keep you near.
Your silent whispers, silent tears.
Made me promise I’d try
to find my way back in this life.
I hope there is a way
to give me a sign you’re ok.
Reminds me again it’s worth it all
so I can go on.
Chorus:
All of my memories keep you near.
In silent moments imagine you here.
All of my memories keep you near.
Your silent whispers, silent tears.
Together in all these memories
I see your smile.
All the memories I hold dear.
Darling, you know I will love you
until the end of time.
Chorus:
All of my memories keep you near.
In silent moments imagine you here.
All of my memories keep you near.
Your silent whispers, silent tears.
All of my memories....
Uma versão aportuguesada da música, mas nada como em inglês, língua mais doce...
Memórias
Neste mundo tentaste
não me deixar para trás só.
Não há outro modo.
Eu rezei aos deuses para deixarem-no ficar.
As memórias aliviam a dor interna,
agora eu sei porquê.
Refrão:
Todas as minhas memórias mantém-te próxima.
Nos momentos silenciosos imagino-te aqui.
Todas as minhas memórias mantém-te próxima.
Os teus sussurros silenciosos, lágrimas silenciosas.
Fizeste prometer-me que eu tentaria
encontrar o meu caminho de volta nesta vida.
Eu espero encontrar um modo
para dar-me um sinal que estás bem.
Recordo-me novamente isto é o valor de tudo
então eu posso continuar em frente.
Refrão:
Todas as minhas memórias mantém-te próxima.
Nos momentos silenciosos imagino-te aqui.
Todas as minhas memórias mantém-te próxima.
Os teus sussurros silenciosos, lágrimas silenciosas.
Juntos em todas estas memórias
eu vejo o teu sorriso.
Todas as memórias eu guardei bem.
Meu amor, sabes que irei amar-te até o fim dos tempos.
Refrão:
Todas as minha memórias mantém-te próxima.
Nos momentos silenciosos imagino-te aqui.
Todas as minhas memórias mantém-te próxima.
Os teus sussurros silenciosos, lágrimas silenciosas.
Todas as minhas memórias...
Ausência
Num deserto sem água
Numa noite sem lua
Num país sem nome
Ou numa terra nua
Por maior que seja o desespero
Nenhuma ausência é mais funda do que a tua
Sophia de Mello Breyner Andresen
terça-feira, junho 07, 2005
Tsssss.....
Ahhhh... tssssss.... é nestas alturas, a estas horas da madrugada, por mais incrivel que pareça, que me apetece algo bem fresquinho porque o calor não dá tréguas ao corpo suado, ainda nem sequer estamos no verão e já o calor aperta até temperaturas, apelidadas por muitos como, estúpidas.
Destesto o calor, analisando os prós e contras só tem uma vantagem, andar com roupas mais leves, porque de resto não sou uma pessoa que tolera o calor, seria normal agora ir deitar-me, bem enroscadinho nos meus lençóis e edredon, mas com estas temperaturas até parece que estou a deitar-me em cima de uma cama de brasas. Uma pessoa só acaba por adormecer quando o cansaço é maior que o calor sentido.
Só mesmo indo à janela é que consigo encontrar uma pequena brisa fresca que mais parece fugir da vaga de calor que quer conquistar tudo e todos! Isto de noite é claro, porque de dia é para esquecer.
"Porra que calor!!!" é o que apetece dizer, mas nem isso assusta a vaga de calor que veio para ficar... e lá vou eu buscar um iogurte bem fresquinho para arrefecer os ânimos...
segunda-feira, junho 06, 2005
Onde ir?

domingo, junho 05, 2005
Procuro-te entre a multidão

Procuro-te entre a multidão, rostos desconhecidos escondem outros tantos rostos desconhecidos, pessoas que passam a correr e empurram-me, desvio o olhar para o encontrar no segundo seguinte, passo por uma carruagem, entro saio, entro saio, passo para a carruagem seguinte, entro saio, entro saio, não te encontro, desço as escadas, procuro-te perto das bilheteiras mas não estás lá, subo o elevador, procuro-te entre os pilares que escondem pessoas, grupos de amigos, familiares, turistas, estranhos mas não te dislumbro, onde estás? onde te escondes? perdeste-te? as pernas já ficaram para trás do cansaço mas mesmo assim avanço, para onde não sei, mas tenho de te encontrar... vieste?
quinta-feira, junho 02, 2005
terça-feira, maio 31, 2005
Fim-de-semana acidentado
Bem cedo, ao mesmo tempo que o sol também acordava, estava a caminho do teu coração, e a meio da minha jornada recebi finalmente a boa nova, o que só por si tornou a longa caminhada mais fácil e, já perto de ti, o dia sorriu e convidei-te para irmos passear até a um ponto das minhas origens e visitar uma pessoa bastante especial.
Após a surpresa da nossa visita, deliciámo-nos nos 3 Pipos e descansámos da longa distância que separava o nosso ponto de partida ao de chegada. Foi engraçado receber o telefonema de uma preocupada pessoa que convidáva-nos para uma sobremesa mais caseira. De estomâgo cheio, passeámo-nos pela rústica casa e fugimos para a varanda, longe dos olhos mais conservadores, para trocarmos uns abraços de saudades e beijos de amor.
Antes de regressarmos ainda deu tempo para conhecer algumas das histórias que uma mente jovem e um corpo cansado guardam para sempre, mas o melhor foi ver o brilho emotivo nos olhos de uma pessoa de 94 anos, porque mesmo depois de viver tanto ainda se consegue emocionar perante um casal de namorados.
quarta-feira, maio 25, 2005
Deixa-me dar-te a mão

Luto por ti, acredito em ti e por isso detesto ver-te a atender o telemóvel e chateares-te quando um beijo é interrompido pelo imperialismo familiar que te ordena que faças isto ou aquilo, fazendo com que o calor de um abraço arrefeça terrivelmente e que a tua expressão morra para a alegria.
Fico revoltado quando tento ajudar mas dizes que não precisas pois tens as rédeas nas mãos, mas os dias passam e nada muda, tiveste medo da primeira vez revelares o segredo, mesmo assim foste em frente e viste que nenhum mal resultou da sua revelação.
Estou fora de mim pois o salto que falta dar é demasiado longo para ti, e mesmo dando balanço, e por mais que corras, quando chegas à beira páras, adias o salto e o tempo passa, as tentativas ficam por aí até te lembrares, ou seres lembrada, de tentares de novo. Mais uma vez dás balanço e corres, corres, corres e quando penso que vais dar o salto... páras! Ofereci-te a minha mão para não teres de saltar sózinha, para não teres de enfrentar o desconhecido e não receares o que advir dele, qual a minha surpresa quando largas a minha mão e achas que tem de conseguir concretizá-lo sózinha, não tens e não quero assim o seja, por isso hei-de oferecer a minha mão as vezes que forem precisas até perceberes que tens deste lado alguém que se preocupa e quer ajudar, pois se num beijo nos tornámos um, um salto havemos de dar como um só!
Sabes que me exalto com as injustiças cometidas, por vezes posso não ser a melhor pessoa quando luto, sem parecer, pelo teu bem estar, mas sei como te sentes quando olhas dolorosamente para o visor e pedes o meu silêncio e quanto me custa acordares para a cruel realidade e abandonares um sonho teu...
sábado, maio 21, 2005
6 e 6
Quando nos interessamos por alguém,
nunca sabemos no que vai dar.
Laçamos os dados como quem os deixa cair quase por acaso,
e muitas vezes nem queremos saber quanto deram.
É sempre um mistério,
porque a sorte também manda na vida,
manda mais do que queríamos,
e menos do que gostávamos.
Os dados caíram quando te dirigiste a mim,
ouvi a tua voz quando começámos a conversar,
percebi que os dados estavam lançados.
E tu gostas da minha alegria de viver,
do meu sarcasmo cirúrgico,
de dizer sempre tudo o que penso,
sinto e quero,
mesmo quando não estás preparada para ouvir.
Eu gosto de te conhecer, de te perceber,
porque és diferente das outras mulheres.
E eu vi-te com bons olhos desde o primeiro momento,
achei que me ias ajudar a limpar a tristeza,
que a tua presença quase imperceptível na minha vida ,
seria como um bálsamo,
uma música perfeita e harmonisa,
um dia ao sol, ou uma noite em branco,
daquelas que nos fazem pensar que a vida está cheia de surpresas boas,
e que vale mesmo a pena estar vivo,
só para as saborear.
E como escrever é a melhor forma de falar sem ser interrompido,
digo-te agora e sem rodeios,
vem rir do Mundo e adormecer nos meus braços,
abrir o teu coração e sonhar acordada,
vem ter comigo hoje,
porque eu quero lançar outra vez os dados,
e aposto que vai dar 6 e 6 outra vez,
porque os dados nunca se enganaram e,
a amizade é o amor sem preço e sem prazo de validade.
by LikeaTattoo
Dei com as palavras de outro por acaso, fiz delas as minhas pois a mente esgotada de criatividade não aguenta mais o esforço, porém o coração continua a sentir, mas hoje caminha só...
quinta-feira, maio 19, 2005
Para atravessar o deserto do mundo contigo
O poema foi escrito pela grande poetisa Sophia de Mello Breyner Andresen e desde já agradeço à Sara por me ter apresentado a tais palavras sentidas. Aqui fica então:
Para atravessar o deserto do mundo contigo
Para atravessar o deserto do mundo contigo
Para atravessar contigo o deserto do mundo
Para enfrentarmos juntos o terror da morte
Para ver a verdade para perder o medo
Ao lado dos teus passos caminhei
Por ti deixei meu reino meu segredo
Minha rápida noite meu silêncio
Minha pérola redonda e seu oriente
Meu espelho minha vida minha imagem
E abandonei os jardins do paraíso
Cá fora à luz sem véu do dia duro
Sem os espelhos vi que estava nua
E ao descampado se chamava tempo
Por isso com teus gestos me vestiste
E aprendi a viver em pleno vento.
Adorei quando o li, mas no entanto salvaguardo-me, pois acho que cada um deve sentir o poema e por isso acho que não devo comentar pois estaría a ser um manipulador de mentes.
terça-feira, maio 17, 2005
Sábado, dia 16
300, 600, 900 km, farei o que for preciso para chegar perto do teu coração e tomar conta dele, ensinar a amar, ensinar a ser amado e aprender com ele, pois preciso de ti tal como o teu coração anseia por mim, vejo-o a chamar por mim e quero socorrer-te, mas o tempo afasta-nos e arrásta-nos para longe um do outro. Por mais que lutemos contra ele só perdemos forças para voltar a encontrá-las no abraço um do outro.
16=1+6=7, número mágico que me fizeste apaixonar e cair nas graças de uma Deusa, protege o nosso amor e faz dele o teu objecto de afeição, que dê frutos doces e maduros, que floreça na próxima Primavera mais forte e belo. Guarda-o com todo o carinho e que as suas raízes percorram os campos férteis e cresça dia após dia.
quinta-feira, maio 12, 2005
Já cá canta!

terça-feira, maio 10, 2005
Felicidade que enches o meu coração
quinta-feira, maio 05, 2005
Nos teus braços

Sou doido por ti, não existe como negá-lo, pois as acções (irracionais) falam por si mesmo, e se por acaso alguém tiver que ser acusado, então que acusem o meu coração pois só ele pode responder por tais acções... apaixonadas.
As tuas reacções são um mixo de prazer e embaraço, gostas do que sentes mas achas estranho as situações em que te encontras, foges e escondes-te de ti mesma, sem compreenderes que és linda e não deves ocultar no escuro da noite, a tua perfeição perante os meus olhos.
A noite foge depressa, malditas horas que nos mantém afastados um do outro, o que nos obriga a regressar ao mundo e, posteriormente, a falar de despedidas, nem que seja só até amanhã.
As nossas necessidades são diferentes, como já me disseste, e talvez por isso ainda durmas quando eu já desperto espero por ti à tua porta. O entrar e sair de pessoas faz com que eu seja um estranho naquele lugar, e existe até quem questione o que ali faço.
Partimos para terras altas e verdejantes, sem saber o que encontrar e deixamo-nos perder pelo que vamos descobrindo. Sem sabermos damos com a história do país, perdida no tempo, e estamos mais próximos da mãe natureza. Após uma estrada demasiado acidentada damos com um pequeno paraíso na serra, parece que chove mas no final de contas é só a serra que chora. Ninguém sabe se de tristeza ou de tremenda alegria mas o espectáculo é encantador, apetece chegar mais perto mas as rochas tratam de proteger esse local sagrado e transformam assim o caminho irregular e de difícil acesso.
Lembras-te dos cavalos que se passeavam pela estrada no sentido contrário? Quem mais para nos fazer parar e deixar-nos boquiabertos a observá-los, as crias são quem mais chamavam à atenção e conforme passavam por nós pareciam obervar-nos da primeira vez com olhos desconfiados mas depois viravam a face para o outro lado como se ganhassem confiança em nós ou então desinteressavam-se...
Subimos tanto que quando demos por nós reparámos que estávamos em Espanha e embora lá dentro o sentimento fosse de seguir em frente, o carro virou para trás e regressámos.
Passeámo-nos no dia seguinte por terras do galo mais conhecido de Portugal e como seria de esperar, já que onde vamos damos com um acontecimento qualquer, havia festa, cabeçudos passeavam-se pela rua ao som de tambores, a feira estava instalada no parque da cidade e o sol lá bem alto estava radioso.
Visitámos uma das tuas terras favoritas e pelo resto do dia fizemos dela nossa casa, passeámos pela cidade e por voltas do almoço ainda procurámos o tal restaurante de que falavas tanto mas, dado estar fechado, seguimos de volta os nossos passos e deliciámo-nos com uma pizza num restaurante que fizeste questão de te lembrares para mais tarde voltares com os teus pais.
Provavelmente foi o dia mais calmo de todo o fim-de-semana, o que soube bem tenho que confessar, e dediquei-me a ajudar-te com o que precisavas, foi um bocado difícil porque não paravas de brincar. Depois do trabalho feito, vimos o autocarro da equipa da tua cidade passar e decidimos regressar ao nosso porto de abrigo.
Como existe um sítio onde já temos lugar privado, dirigimo-nos para lá e, como todos os dias acontece, ficámos por ali a enamorarmo-nos até ser hora de regressar. Agora à que admitir que o futebol faz milagres e em caso de vitória então, enfim, sem palavras...
A parte pior foi saber que te tinha de deixar, o meu coração encheu-se de tamanha tristeza que os olhos ficam mais carregados e pesados com lágrimas que os rodeavam, quase que me queria agarrar aquele momento e não largá-lo mais! Nesse instante foste mais doce que o próprio mel, mais era impossível, mas não conseguia conter tamanha tristeza pois a felicidade transbordada neste passado fim-de-semana era tal que tudo era mais sentido.
A noite passou dificilmente e ao abrir a janela até senti que o tempo estava solidário com a nossa temporária separação, as nuvens tinham-se juntado como num velório, para chorarem pela partida de um entrequerido.
Queria ver-te de novo uma vez mais antes de partir para terras azuis e, por isso, qualquer outra solução para devolver-te as chaves não era viável senão em pessoa, assim dirigi-me, embora ainda muito cedo, para a tua escola, onde escrevi para passar o tempo enquanto imaginava-te por detrás de uma janela de uma sala de aula.
Muito fica por contar, mas essas lembranças são só nossas e connosco ficam guardadas, no nosso coração, para todo o sempre e não têm lugar aqui ou noutro mundo escrito, falado ou pensado.
Acho que o fim-de-semana serviu principalmente para reforçarmos o amor que temos um pelo o outro e quanto tudo isto é mágico.
quinta-feira, abril 28, 2005
Obrigado

Quero fazer-te feliz, quero que cada dia que passes comigo seja único e mágico, que sintas que as horas evaporam, que os minutos se transformem em mimos e os segundos em beijos dados.
Deste-me a maior prenda naquele dia especial, e mesmo sendo dois dias depois da data marcada no calendário, quero que saibas que esta segunda-feira o coração bateu mais forte desde que te conheci, acelarado pelos teus doces e prolongados beijos, através dos quais sucavas um pouco da minha vida para devolveres no instante seguinte com outro beijo.
A fome era grande, não aquela que alimenta o estomâgo mas sim a que enche o coração, lá do alto, unidos num abraço, apreciavámos a brisa que naquele dia transportava o silêncio e a paz para junto de nós e do silêncio sussurrávamos ao ouvido um do outro, longe da curiosidade passageira, que queríamos ser como duas pedras, erguidas no meio daquela história toda, juntas para sempre num eterno abraço amoroso.
Partilhamos de um segredo, a loucura dá para isto, o sangue fervoroso deixa o racionalismo de parte e no fim amamo-nos. Peço-te desculpa, mesmo sabendo que não seria necessário, pois ambos somos dois incuráveis amantes, mas também te agradeço por tudo o que me deste nesse dia especial, mais do que o anterior menos que o próximo... Obrigado.
quarta-feira, abril 20, 2005
Sinto a tua falta...

O dia soube a verdadeiro mel, do mais doce que existe, não me apetecia descolar do teu abraço quente e sentido. Escondes-te da objectiva que não faz juz à tua saborosa beleza, escondes-te até não conseguires resistir mais à sua atracção. Entregas-te bem devagarinho e aprendes a saborear cada segundo guardado na memória para todo o sempre. Não sabes ainda, mas o desejo de sentir-te de novo e embalar-te nos meus braços supera qualquer outro pensamento que tente ocupar a minha mente, e até a onda do tempo nos afastar de novo, até o sol voltar a sorrir-nos e a lua abrigar-nos na segurança da noite, vou sentir muito a tua falta...



