terça-feira, agosto 30, 2005
domingo, agosto 28, 2005
Nem um zumbido ouvi, o silêncio tornou-se pesado demais, o coração acelarado estava agora cansado e arrastava-se por um beco escuro e húmido, afinal o que é que ele significa para ti? Mais uma almofada para espetares pequenos mas dolorosos alfinetes? Penso onde poderei ter cometido um erro, o que terei feito para acomodar esses sangrentos alfinetes.
Apesar de tudo o coração não perdeu o motivo porque continua a bater, tu, mas serás que desejas continuar a vê-lo bater por ti quando me torno invisel para ti, trocado por um braço que se estende de outro lado qualquer e que outrora te deixou amargurada, não percebo o que se passa ou o que queres de mim... apercebes-te disso? Fala comigo...
sexta-feira, agosto 19, 2005
Vertigo Tour T +5 days...
Depois deste pequeno desabafo em tom autoritário e revoltado, comigo isto é, dizer que os U2 já cá passaram e depois de alguns acontecimentos na minha vida, arranjei um tempinho para passar por cá.
Ora vejamos o que se tem passado, hum.... como bom chefe que tenho, e sabendo que fui o primeiro do meu sector no meu emprego a conseguir bilhete, num momento de inspiração, só pode, colocou-me a trabalhar precisamente no dia do concerto no Estádio de Alvalade! Obviamente fiquei mais que irritado e lá tive que recorrer à minha diplomacia, para com os meus colegas, de modo a trocar o meu horário para esse fim-de-semana. Consegui é claro mas não evitei oito dias contínuos de trabalho, num período em que muitos colegas meus estão de férias e portanto o trabalho ser mais do que habitual...
Mas esse mal foi rapidamente superado pois sabia que aquela menina bonita que acelera o meu coração estava para chegar naquele penúltimo dia de trabalho daquela semana. Finalmente pôde vir visitar o modesto local onde costumo trabalhar e ao mesmo tempo conhecer pessoas que só conhecia de conversas telefónicas ou história contadas, assim como algumas caras conhecidas.
Tenho que confessar, parecia uma menina de 5 anos muito surpresa mas ao mesmo tempo muito envergonhada quando a abordavam ou pediam para deixar cair a formalidade das palavras e passar a tratar as pessoas por tu, muito por causa do à vontade que se vive no emprego e quase no considerarmos familia um dos outros. Normalmente até dizemos que uma das qualidades precisas para trabalhar nesta famosa casa é ser maluco da cabeça (no bom sentido!), porque de outro modo o stress do trabalho acaba com uma pessoa.
Mas voltando ao assunto que já parecia fugir, as minhas folgas foi deliciosas, como sempre são, pois pude estar com a minha querida namorada e fugir da realidade árdua da rotina casa-trabalho-casa. Aproveitámos um dos dias solarengos para passearmos pelo jardim zoológico, quase como um safari citadino selvagem, e basicamente divertimo-nos um pouco, contribuirmos para essa grande instituição e visitarmos alguns vizinhos de outrora dos nossos antepassados.
Como em qualquer visita que fazes aqui a este paciente enamorado, não seria justo se não relaxacemos na simples esplanada do Belem Terrace e nos deliciácemos com aqueles batidos de morango de deixar água na boca a qualquer um.
Até que o dia 14 chegou e toda a tua ansiedade que já se vinha a acumular durante as últimas semanas quase que rebentou e reclamavas na brincadeira por um calmante. Com algun esforço consegui arrancar-te da cama para te levar ao encontro do teu Deus Bono que a alguns pouco quilómetros dali seria honrado com a Ordem da Liberdade, ao que parece o filho do Presidente não tinha bilhete para o concerto e pediu ao pai para arranjar um esquema qualquer, mas fora de brincadeiras qualquer um, hoje em dia, é candidato a ser recebido pelo Presidente da República, já que áté certos jornalistas, que prefiro manter no anonimato, recebem condecorações por supostos feitos...
Antes que fuja do assunto mais uma vez, volto a Belém onde esperámos pela caravana vinda de Figo Maduro e que transportava Bono e a sua banda até ao Palácio de Belém. Enquanto esperávamos a multidão ia-se juntado e os turistas mais curiosos paravam para perguntar o que se passava, foi aí que percebi finalmene porque motivo ninguém (os espanhóis) percebia o que dizia quando referia a palavra "U2" em inglês até que um casal exclamou um grande "AH!" e diseram prontamente "U2" (ú dós). Pois é, para eles até o nome da manda é dito na língua espanhola, a partir daí sempre que nos perguntavam dizíamos prontamente "ú dós" e logo percebiam a excitação das pessoas.
A banda lá chegou, o delírio foi total, a polícia viu-se aflita para conter tanto ânimo e foi levanda na onda da multidão para o meio da rua. O tempo passou, cada segundo parecia eterno até que finalmente deu-se a saída da caravana e as máquinas de filmar e fotografar capturaram esse momento e de lá de dentro do carro que transportava o Bono saiu um braço e acenou à multidão. De novo o delírio geral... mas tudo acaba depois de uns minutos e é tempo de ver o que se fotografou e filmou. Histerias à parte voltámos a casa para descansar um pouco e partimos para o tão esperado concerto...
Estacionámos o carro, dirigimo-nos para o estádio, entrámos e quando tudo parecia correr bem, a fã não encontrou uma t-shirt de recordação da passagem dos U2 por Portugal, tudo o que sobrava eram XL e por isso foram 2 pins que serviram, por assim dizer, de consolo a uma tristonha fã, cheguei mesmo a oferecer a minha nova t-shirt da tour '05, mas nem isso te animou...
Claro que sobre o concerto não é preciso dizer muito, visualmente atractivo e bem construído, em relação ao som aí é que ficou algo a desejar pois vir dar concertos em cima da hora dá para estas coisas, o som não ficou totalmente percetivel e quando o Bono não cantava mas falava, tudo o que se percebia era palavras soltas um pouco distorcidas, já para não falar que a sonoridade dos instrumentos também ficou além do excelente. Mas valeu pelo espectáculo como um todo e foi uma noite muito bem passada.
Era suposto a minha menina partir do dia a seguir só que alguém lá em cima tinha uma surpresa para nós, então não é que a maioria das pessoas preferiu viajar de tarde depois do concerto, por essa razão o comboio estava esgotado e assim, para nosso contentamento é claro, a viagem ficou marcada para o dia seguinte, que por acaso até era dia do nosso aniversário, e mesmo sendo um dia especial para nós não evitámos corrermos para apanhar o comboio!
Sem dúvida 4 dias que viraram 5 e que me fizeram muito bem depois de andar a arrastar-me no meio de tanto trabalho e que acima de tudo afastámos a saudade por mais uma semanas.
quinta-feira, agosto 04, 2005
Vertigo Tour T -11 days...

"All Because Of You"
I was born a child of grace
Nothing else about the place
Everything was ugly but your beautiful face
And it left me no illusion
I saw you in the curve of the moon
In the shadow cast across my room
You heard me in my tune
When I just heard confusion
All because of you
All because of you
All because of you
I am... I am
I like the sound of my own voice
I didn't give anyone else a choice
An intellectual tortoise
Racing with your bullet train
Some people get squashed crossing the tracks
Some people got high rises on their backs
I'm not broke but you can see the cracks
You can make me perfect again
All because of you
All because of you
All because of you
I am... I am
I'm alive
I'm being born
I just arrived, I'm at the door
Of the place I started out from
And I want back inside
All because of you
All because of you
All because of you
I am
by U2
All because of you, Mel...
segunda-feira, julho 25, 2005
quinta-feira, julho 14, 2005
A distância é assim encurtada, mas... recebo uma mensagem tua, a distância aumentou de repente, logo quando chegar a casa, por mais que espere, não vais estar lá, valores materiais impedem ver e ouvir-te. A saudade aperta...
domingo, julho 10, 2005
Nuestra casita
Foi a nossa primeira casa, um local de abrigo, de descanso, de paz e descobertas. Descobrimos verdades e outras mais obscuras, purificámos os nossos corpos, fizémos juras de amor, mantivémos uma luz de presença bem forte para nos abrigarmos dos seres perversos da noite mas no final tivémos que a deixar.
quarta-feira, julho 06, 2005
Duas semanas
Duas semanas que poderiam preencher um livro de milhares de páginas mas muitas dessas páginas certamente estariam vedadas ao leitor mais curioso, mais por serem momentos inteiramente intensos e pessoais, e portanto podendo ser somente vividos e posteriormente recordados pelas duas almas que os tornaram realidade, que sussuraram um "sim" que abriu portas a outro nível de intimidade, ofertas de amor, pequenos sopros arrepiados...
segunda-feira, junho 13, 2005
Acordei para te dar os bons dias, aproximei-me de ti para te beijar mas não te vía, como foi possível o fim-de-semana ter passado tão depressa? Como foi possível deixar-te embarcar no comboio e fugires de mim? Porque abandonei o abraço que nos mantia unidos? Tenho saudades tuas...
domingo, junho 12, 2005
A música que está a tocar é de uma das minhas bandas favoritas, os Within Temptation e o tema chama-se Memories.
Memories
not leaving me alone behind.
There’s no other way.
I prayed to the gods let him stay.
The memories ease the pain inside,
now I know why.
Chorus:
All of my memories keep you near.
In silent moments imagine you here.
All of my memories keep you near.
Your silent whispers, silent tears.
Made me promise I’d try
to find my way back in this life.
I hope there is a way
to give me a sign you’re ok.
Reminds me again it’s worth it all
so I can go on.
Chorus:
All of my memories keep you near.
In silent moments imagine you here.
All of my memories keep you near.
Your silent whispers, silent tears.
Together in all these memories
I see your smile.
All the memories I hold dear.
Darling, you know I will love you
until the end of time.
Chorus:
All of my memories keep you near.
In silent moments imagine you here.
All of my memories keep you near.
Your silent whispers, silent tears.
All of my memories....
Uma versão aportuguesada da música, mas nada como em inglês, língua mais doce...
Memórias
Neste mundo tentaste
não me deixar para trás só.
Não há outro modo.
Eu rezei aos deuses para deixarem-no ficar.
As memórias aliviam a dor interna,
agora eu sei porquê.
Refrão:
Todas as minhas memórias mantém-te próxima.
Nos momentos silenciosos imagino-te aqui.
Todas as minhas memórias mantém-te próxima.
Os teus sussurros silenciosos, lágrimas silenciosas.
Fizeste prometer-me que eu tentaria
encontrar o meu caminho de volta nesta vida.
Eu espero encontrar um modo
para dar-me um sinal que estás bem.
Recordo-me novamente isto é o valor de tudo
então eu posso continuar em frente.
Refrão:
Todas as minhas memórias mantém-te próxima.
Nos momentos silenciosos imagino-te aqui.
Todas as minhas memórias mantém-te próxima.
Os teus sussurros silenciosos, lágrimas silenciosas.
Juntos em todas estas memórias
eu vejo o teu sorriso.
Todas as memórias eu guardei bem.
Meu amor, sabes que irei amar-te até o fim dos tempos.
Refrão:
Todas as minha memórias mantém-te próxima.
Nos momentos silenciosos imagino-te aqui.
Todas as minhas memórias mantém-te próxima.
Os teus sussurros silenciosos, lágrimas silenciosas.
Todas as minhas memórias...
Ausência
Num deserto sem água
Numa noite sem lua
Num país sem nome
Ou numa terra nua
Por maior que seja o desespero
Nenhuma ausência é mais funda do que a tua
Sophia de Mello Breyner Andresen
terça-feira, junho 07, 2005
Tsssss.....
Ahhhh... tssssss.... é nestas alturas, a estas horas da madrugada, por mais incrivel que pareça, que me apetece algo bem fresquinho porque o calor não dá tréguas ao corpo suado, ainda nem sequer estamos no verão e já o calor aperta até temperaturas, apelidadas por muitos como, estúpidas.
Destesto o calor, analisando os prós e contras só tem uma vantagem, andar com roupas mais leves, porque de resto não sou uma pessoa que tolera o calor, seria normal agora ir deitar-me, bem enroscadinho nos meus lençóis e edredon, mas com estas temperaturas até parece que estou a deitar-me em cima de uma cama de brasas. Uma pessoa só acaba por adormecer quando o cansaço é maior que o calor sentido.
Só mesmo indo à janela é que consigo encontrar uma pequena brisa fresca que mais parece fugir da vaga de calor que quer conquistar tudo e todos! Isto de noite é claro, porque de dia é para esquecer.
"Porra que calor!!!" é o que apetece dizer, mas nem isso assusta a vaga de calor que veio para ficar... e lá vou eu buscar um iogurte bem fresquinho para arrefecer os ânimos...
segunda-feira, junho 06, 2005
Onde ir?

domingo, junho 05, 2005
Procuro-te entre a multidão

Procuro-te entre a multidão, rostos desconhecidos escondem outros tantos rostos desconhecidos, pessoas que passam a correr e empurram-me, desvio o olhar para o encontrar no segundo seguinte, passo por uma carruagem, entro saio, entro saio, passo para a carruagem seguinte, entro saio, entro saio, não te encontro, desço as escadas, procuro-te perto das bilheteiras mas não estás lá, subo o elevador, procuro-te entre os pilares que escondem pessoas, grupos de amigos, familiares, turistas, estranhos mas não te dislumbro, onde estás? onde te escondes? perdeste-te? as pernas já ficaram para trás do cansaço mas mesmo assim avanço, para onde não sei, mas tenho de te encontrar... vieste?
quinta-feira, junho 02, 2005
terça-feira, maio 31, 2005
Fim-de-semana acidentado
Bem cedo, ao mesmo tempo que o sol também acordava, estava a caminho do teu coração, e a meio da minha jornada recebi finalmente a boa nova, o que só por si tornou a longa caminhada mais fácil e, já perto de ti, o dia sorriu e convidei-te para irmos passear até a um ponto das minhas origens e visitar uma pessoa bastante especial.
Após a surpresa da nossa visita, deliciámo-nos nos 3 Pipos e descansámos da longa distância que separava o nosso ponto de partida ao de chegada. Foi engraçado receber o telefonema de uma preocupada pessoa que convidáva-nos para uma sobremesa mais caseira. De estomâgo cheio, passeámo-nos pela rústica casa e fugimos para a varanda, longe dos olhos mais conservadores, para trocarmos uns abraços de saudades e beijos de amor.
Antes de regressarmos ainda deu tempo para conhecer algumas das histórias que uma mente jovem e um corpo cansado guardam para sempre, mas o melhor foi ver o brilho emotivo nos olhos de uma pessoa de 94 anos, porque mesmo depois de viver tanto ainda se consegue emocionar perante um casal de namorados.
quarta-feira, maio 25, 2005
Deixa-me dar-te a mão

Luto por ti, acredito em ti e por isso detesto ver-te a atender o telemóvel e chateares-te quando um beijo é interrompido pelo imperialismo familiar que te ordena que faças isto ou aquilo, fazendo com que o calor de um abraço arrefeça terrivelmente e que a tua expressão morra para a alegria.
Fico revoltado quando tento ajudar mas dizes que não precisas pois tens as rédeas nas mãos, mas os dias passam e nada muda, tiveste medo da primeira vez revelares o segredo, mesmo assim foste em frente e viste que nenhum mal resultou da sua revelação.
Estou fora de mim pois o salto que falta dar é demasiado longo para ti, e mesmo dando balanço, e por mais que corras, quando chegas à beira páras, adias o salto e o tempo passa, as tentativas ficam por aí até te lembrares, ou seres lembrada, de tentares de novo. Mais uma vez dás balanço e corres, corres, corres e quando penso que vais dar o salto... páras! Ofereci-te a minha mão para não teres de saltar sózinha, para não teres de enfrentar o desconhecido e não receares o que advir dele, qual a minha surpresa quando largas a minha mão e achas que tem de conseguir concretizá-lo sózinha, não tens e não quero assim o seja, por isso hei-de oferecer a minha mão as vezes que forem precisas até perceberes que tens deste lado alguém que se preocupa e quer ajudar, pois se num beijo nos tornámos um, um salto havemos de dar como um só!
Sabes que me exalto com as injustiças cometidas, por vezes posso não ser a melhor pessoa quando luto, sem parecer, pelo teu bem estar, mas sei como te sentes quando olhas dolorosamente para o visor e pedes o meu silêncio e quanto me custa acordares para a cruel realidade e abandonares um sonho teu...
sábado, maio 21, 2005
6 e 6
Quando nos interessamos por alguém,
nunca sabemos no que vai dar.
Laçamos os dados como quem os deixa cair quase por acaso,
e muitas vezes nem queremos saber quanto deram.
É sempre um mistério,
porque a sorte também manda na vida,
manda mais do que queríamos,
e menos do que gostávamos.
Os dados caíram quando te dirigiste a mim,
ouvi a tua voz quando começámos a conversar,
percebi que os dados estavam lançados.
E tu gostas da minha alegria de viver,
do meu sarcasmo cirúrgico,
de dizer sempre tudo o que penso,
sinto e quero,
mesmo quando não estás preparada para ouvir.
Eu gosto de te conhecer, de te perceber,
porque és diferente das outras mulheres.
E eu vi-te com bons olhos desde o primeiro momento,
achei que me ias ajudar a limpar a tristeza,
que a tua presença quase imperceptível na minha vida ,
seria como um bálsamo,
uma música perfeita e harmonisa,
um dia ao sol, ou uma noite em branco,
daquelas que nos fazem pensar que a vida está cheia de surpresas boas,
e que vale mesmo a pena estar vivo,
só para as saborear.
E como escrever é a melhor forma de falar sem ser interrompido,
digo-te agora e sem rodeios,
vem rir do Mundo e adormecer nos meus braços,
abrir o teu coração e sonhar acordada,
vem ter comigo hoje,
porque eu quero lançar outra vez os dados,
e aposto que vai dar 6 e 6 outra vez,
porque os dados nunca se enganaram e,
a amizade é o amor sem preço e sem prazo de validade.
by LikeaTattoo
Dei com as palavras de outro por acaso, fiz delas as minhas pois a mente esgotada de criatividade não aguenta mais o esforço, porém o coração continua a sentir, mas hoje caminha só...
quinta-feira, maio 19, 2005
Para atravessar o deserto do mundo contigo
O poema foi escrito pela grande poetisa Sophia de Mello Breyner Andresen e desde já agradeço à Sara por me ter apresentado a tais palavras sentidas. Aqui fica então:
Para atravessar o deserto do mundo contigo
Para atravessar o deserto do mundo contigo
Para atravessar contigo o deserto do mundo
Para enfrentarmos juntos o terror da morte
Para ver a verdade para perder o medo
Ao lado dos teus passos caminhei
Por ti deixei meu reino meu segredo
Minha rápida noite meu silêncio
Minha pérola redonda e seu oriente
Meu espelho minha vida minha imagem
E abandonei os jardins do paraíso
Cá fora à luz sem véu do dia duro
Sem os espelhos vi que estava nua
E ao descampado se chamava tempo
Por isso com teus gestos me vestiste
E aprendi a viver em pleno vento.
Adorei quando o li, mas no entanto salvaguardo-me, pois acho que cada um deve sentir o poema e por isso acho que não devo comentar pois estaría a ser um manipulador de mentes.
terça-feira, maio 17, 2005
Sábado, dia 16
300, 600, 900 km, farei o que for preciso para chegar perto do teu coração e tomar conta dele, ensinar a amar, ensinar a ser amado e aprender com ele, pois preciso de ti tal como o teu coração anseia por mim, vejo-o a chamar por mim e quero socorrer-te, mas o tempo afasta-nos e arrásta-nos para longe um do outro. Por mais que lutemos contra ele só perdemos forças para voltar a encontrá-las no abraço um do outro.
16=1+6=7, número mágico que me fizeste apaixonar e cair nas graças de uma Deusa, protege o nosso amor e faz dele o teu objecto de afeição, que dê frutos doces e maduros, que floreça na próxima Primavera mais forte e belo. Guarda-o com todo o carinho e que as suas raízes percorram os campos férteis e cresça dia após dia.
quinta-feira, maio 12, 2005
Já cá canta!




