sexta-feira, dezembro 01, 2006

O Nosso Mundo!

As imagens que se seguem são horriveis e revoltantes!!!

Realmente é triste ver que a Humanidade ainda está muito longe da dita evolução que diz ter sofrido ao longo dos séculos, ora são situações graves de pobreza extrema ora são maus tratos de animais, nem as doces e inteligentes criaturas estão a salvo, falo-vos hoje dos golfinhos.

Sinto-me responsável se não passar a mensagem que chegou até mim, ao contrário daquelas correntes que se criam por mail, parvas e sem sentido, esta é, infelizmente, real e chocante!

Que cada um actue da melhor maneira que fôr possível, a indiferença não salvará nenhum golfinho no futuro, eles têm muito para nos oferecer, vejamos por exemplo como ajudam crianças debilitadas a recuperar...



Narrado por Joaquin Phoenix, este excerto faz parte de um documentário sobre a relação Homem/Animal, vale a pena consultar esta página e aprender mais sobre o assunto, para que no dia a seguir possamos divulgar a mensagem.

segunda-feira, novembro 27, 2006

Lembra-te

Lembra-te
que todos os momentos
que nos coroaram
todas as estradas
radiosas que abrimos
irão achando sem fim
seu ansioso lugar
seu botão de florir
o horizonte
e que dessa procura
extenuante e precisa
não teremos sinal
senão o de saber
que irá por onde fomos
um para o outro
vividos


Mário Cesariny
(1923-2006)

Ainda no outro dia o tinha diante os meus olhos de contentamento, por altura da inauguração de uma exposição com outros dois grandes sonhadores do surrealismo, seus amigos, Cruzeiro Seixas e Fernando José Francisco, para acordar para um novo dia e ficar chocado com a sua partida...

sábado, outubro 14, 2006

"A crise acabou!"

"A crise acabou!", palavras do ministro da economia, Manuel Pinho, ontem à imprensa.

Ora vejamos:

- A inflação não desceu mas.... "A crise acabou!"
- Os funcionários públicos vêem aumentar os descontos para a ADSE mas... "A crise acabou!"
- Os impostos aumentaram mas... "A crise acabou!"
- Os salários estão congelados mas... "A crise acabou!"
- Aumentam as taxas moderadoras na saúde mas... "A crise acabou!"
- Hospitais e maternidades fecham por todo o país mas... "A crise acabou!"

Ah! Estamos todos a salvo! Mas... esperem... afinal o ministro queria é que se parasse de falar de crise em Portugal...


quarta-feira, outubro 11, 2006

Back to work!


Após um mês de angústia chegou a hora de voltar para o trabalho! Depois da sessão da fisioterapia lá me dirigi para o emprego e deparei-me logo com uma fila de carro à espera de lugar para entrar no parque da empresa, dei logo de caras com uma colega jornalista, cúmplice de conversas sobre a 7ª arte, séries de TV e informática. Claro que começámos logo a discutir as novas séries que estrearam este Outono dos states.

Dado ser hora de almoço comi na cantina da empresa e dos vários pratos à escolha o arrozinho de pato sorria para mim, partilhei a refeição com um grupo de colegas jornalistas acompanhado de conversa e as perguntas habituais "Onde andaste?!" "Estiveste de férias?!" e depois, para os que sabiam do meu caso "Estás melhor?", toda a atenção nestas alturas é boa mas tende a ser um bocado irritante...

O dia de trabalho foi calmo, já que o telejornal tinha duas versões curtas, uma vez que Portugal jogava com a Polónia e existia portanto emissão em directo do jogo. Não senti quase dores nenhuma e tive o cuidado de assumir uma posição correcta na cadeira e uma boa posição para o braço trabalhar, evitando ao máximo movimentos mais bruscos.

Acabou por se um dia positivo, o convívio entre os colegas é muito bom e aproveitei para mostrar uma pequena surpresa que estou a fazer para a menina do meu coração, surpresa essa que todos gostaram, especialmente as meninas, tendo uma colega minha, a Lili, dito que queria uma homem assim e perguntou-me onde podia encontrar um! Claro que dei uma bela gargalhada e respondi-lhe com um simpático "Eles andam por aí!"

Amanhã o dia será sem dúvida diferente, seremos menos editores e mais peças de informação, seja o que Deus quiser...

Pulso Aberto! ARGH! (Parte VI, Santa Fisioterapia!!)

Aqui que ninguém me ouve (lol) mas tive azar com a fisioterapeuta que me calhou nas primeiras duas semanas, uma moçoila que aparentava ser simpática era afinal, ao pé de mim, nada mais que uma fisioterapeuta robot, isto é, limitava-se a fazer o tratamento e um "Até amanhã!", contudo na segunda semana ela meteu uns dias de férias e foi substituída, a fisioterapeuta Filipa, jovem pouco mais velha que eu, continuou com o tratamento, durante três dias foram muitos os assuntos discutidos, sempre com boa disposição, eu até diria que ajudou ao tratamento embora o pulso ficasse mais dorido, falámos do World Press Photo, da influência das cores na roupa que vestimos, sei lá, todo o tipo de assunto.

Esta semana voltei ao médico como marcado e disse-lhe que me sentia bem em voltar a trabalhar e ao mesmo tempo continuar com a fisioterapia, ele concordou e tenho mais duas semanas de fisioterapia pela frente. Claro que não vai ser fácil porque fico com a fisioterapia marcada para de manhã e à tarde vou trabalhar até à noite para cair morto na cama ao chegar a casa, mas espero que corra tudo bem!

Vou ser padrinho... e agora?

A vida tem destas coisas, sem mais nem menos eis que a minha melhor amiga, em privado, vira-se para mim e diz "Vou-me casar!", eu fiquei estupefacto, primeiro porque não estava à espera da novidade, depois porque sempre pensei que eu pisaria essa estrada antes dela. Claro que logo a seguir a essa frase veio outra "E claro que tu vais ser o meu padrinho!". Eu completamente alucinado respondi com um "Errrrr.... okkkkkk.....". Enfim, uma gargalhada de todo o tamanho!

Isto passou-se à uns dois a três atrás, já que na altura era segredo, do tipo Top Secret, porque o noivo queria tratar da parte económica, já que acha que deve ser ele a ter os encargos, enfim, um pouco de... como poderei dizer (porque ela pode estar a ler!).... orgulho a mais.

Mas pronto, isso não interessa, o que interessa é que ela, a Micas, está feliz da vida e após o fim-de-semana passado a aliança de noivado, oferecida pelo moço em casa, longe de olhares públicos, e seguido por um jantar num restaurante chique da zona de LX seguido de algum divertimento nocturno. Ora durante esse fim-de-semana os noivos deram a boa nova à família do lado do noivo e na segunda-feira passada à família da noiva, estando todos muito felizes pelo futuro acontecimento.

Contudo, nesta história, o que mais me passa pela cabeça é mesmo o papel que tenho pela frente, ser padrinho. Pergunto-me, quais serão os meus deveres? O que tenho de fazer? Onde devo estar? Enfim, tenho de pesquisar à procura de respostas para não desapontar, como nunca o fiz, a minha melhor amiga, no entanto não gosto nada da ideia de ter que me arranjar com fatinho todo pipi, não faz nada o meu género! Claro que a namorada está feliz da vida por ir ver-me todo arranjadito.

Por agora vou ajudando no que for possível a Micas, dando conselhos como sempre o fiz, já me mostrou o tipo de vestido que quer levar, falámos do tipo de casamento a realizar, onde o fazer, o copo de água e até o pormenor de ter latas ou não presas ao transporte de fuga dos noivos, lá está, um pouco de tudo de modo a que seja o dia mais especial da sua vida. Tudo isto misturado com um pouco de humor, típico da nossa relação, com algumas picardias inocentes. (nem sempre! lol)

Espero ser um padrinho à altura da nossa amizade e que chegue depressa o dia 8 de Setembro de 2007!

segunda-feira, setembro 25, 2006

Pulso Aberto! ARGH! (Parte V, Fisioterapia!)

Quem me dera poder chegar a uma loja qualquer, e tal como compro uma nova escova de dentes, pudesse comprar um novo braço e, de uma vez por todas, poder retomar a minha vida normal, voltar à minha querida rotina que raramente complicava-me a vida.

Voltei finalmente ao médico quase como um desconhecido, visto que após o senhor ter revisto a minha ficha e apontamentos, não fazia a mínima ideia porque é que eu me encontrava lá. Depois de lhe contar toda a lengalenga e ele acusar-me, mais uma vez, que estava capacitado para trabalhar, lá "receitou-me" fisioterapia até dia 9 de Outubro, último dia de baixa. Assim vou começar o que já deveria ter começado à uma semana atrás, isto tudo porque o senhor doutor está mais interessado em despachar a clientela do que realmente curá-la definitivamente.

Esta tarde desloquei-me à clínica onde vou fazer fisioterapia e a primeira impressão foi excelente, atendimento super simpático e instalações aparentemente modernas, amanhã pelas 17:00 vou lá fazer uma primeira avaliação para depois começar a atacar o problema do braço.

Curiosamente estava eu ao balcão da clínica e uma colega minha, aquando da saída da sua sessão, apanhou-me de surpresa, a sua boa disposição era tal que sei que estarei em boas mãos, pelo menos se o fisioterapeuta não for uma ela, já que a minha doce namorada não gostou nada que a recepcionista fosse tão engraçada... mulheres! lol

sábado, setembro 23, 2006

A Voz do Cidadão

Acabei de ver mais um curto programa na RTP chamado "A voz do cidadão", dedicado a atender as queixas dos telespectadores do universo RTP, onde um Provedor do Telespectador dá resposta às tais queixas, a não ser quando não pode responder a uma queixa porque está aberto um processo judicial, porque supostamente irá falar com o director X ou Y, enfim, um programa muito bonito mas insignificante a meu ver, já que não decide nada e pouco ou nada influencia o modo como a programação da RTP é pensada ou como a importância jornalística é alinhada num telejornal ou explorada. Não nos esqueçamos, por exemplo, do que aconteceu com os critérios editoriais das notícias sobre os fogos em Portugal, noticiado pela imprensa escrita portuguesa.

Para mim o papel do Provedor é senão mais um modo de atirar areia aos olhos do púbico enquanto que o tal Provedor enche os bolsos com o belo ordenado que deve auferir pelo complicado trabalho de "parlipiar" umas coisas na televisão semanalmente, mesmo com o trabalho que está por detrás do programa, certamente terá alguém para ler os mails e cartas enviados, fazer uma pré-selecção e só depois lhe chegarem umas 5 ou 6 cartas/mails às mãos.
O programa não é em directo, tiveram o cuidado de o gravar e embelezar, tendo mais cuidado com a imagem do que com o conteúdo, com queixas "soft" e um discurso poético quase declamado. Na minha opinião o programa deveria ser em directo, quiçá com telefonemas de telespectadores, onde uma pessoa pudesse, perante tudo e todos, queixar-se do que realmente está mal na televisão pública, não como aconteceu no primeiro programa onde seleccionaram umas pessoas na rua, num plano todo pipi, onde o povo dava sugestões e opiniões sobre a RTP, tudo coisas triviais.
Desde que foi apresentado o Provedor do telespectador que deixaram bem claro, não será um censor, um repositório de queixas ou um muro de lamentações, só se esqueceram de dizer que seria um fantoche com cordas muito podres, que nada mudará, por impotência do seu cargo, as constantes alterações dos horários das séries, dos filmes e por aí fora, bem como a parcialidade a nível jornalistico, que dos 3 canais deveria ser o menos agarrado às forças políticas...

Pulso Aberto! ARGH! (Parte IV, quem diria!)

Segunda-feira passada, já com o braço aparentemente bom, tive a última consulta no médico do seguro da empresa, como me sentia bem e depois de ouvir a opinião chegámos à conclusão que estava apto para ir trabalhar, assim no dia seguinte apresentei-me ao trabalho e após ter surpreendido alguns colegas com o meu regresso seguiu-se a ronda de perguntas "como estás!?" "que te aconteceu?" até mesmo um "como foram as 'férias'?", enfim muitos curiosos, uns que sabiam que tinha estado com uma tendinite ou sabiam que tinha estado doente mas não sabiam com o quê.
Expliquei que não podia entrar a matar e que ía trabalhar com mais calma, foi quase como que falar para a parede porque por alturas do telejornal as peças por montar eram mais do que aquelas que estavam prontas para emissão, típico!
Cheguei ao final do dia com o braço dorido, na quarta-feira o braço deu-me sinal que não estava nas melhores condições para o que quer que fosse, assim sendo fui ao clínicos da empresa e coloquei a questão se teria de que fazer de novo uma participação, fiquei a saber que bastava ir directamente ao médico, como estava na empresa passei pelo meu serviço e aproveitei para explicar o que se passava ao meu chefe, logo a seguir voltei à clinica, à espera de ser visto, e eis que a enfermeira de serviço disse-me que o médico não dava consultas naqueles dia mas que ía reabrir o meu processo e que me telefonava no dia seguinte, com esta resposta e um pouco cansado destas andanças vim para casa descansar.
Quinta-feira, passei uma manhã e ínicio de tarde à espera do dito telefonema, não chegou, fui para Lisboa à clínica e levo outra vez com a mesma resposta, já tinha reaberto o meu processo e estavam à espera que o médico marcasse a consulta, ao que perguntei se não poderia ser visto por outro já que estava a faltar ao trabalho sem baixa escrita, já para não falar das dores com que estava! A senhora lá me explicou que só podia ser visto por aquele médico já que era ele que estava a acompanhar o meu processo e que teria que esperar. Vim-me embora um pouco enervado com esta palhaçada toda e decidi marcar uma consulta para um ortopedista fora do seguro, já que ele com certeza iria dar maior atenção ao meu caso e não me despachar em 5 minuto como o médico do seguro, já para não dizer que não o teria de convencer que estava sem dúvida alguma com um problema real.
Com sexta-feira a meio dia comecei a receber um tipo de toques no telemóvel, nem dava para atender, como vi que aquilo era alguém a tentar ligar fiquei atento até que consegui atender, eis que finalmente recebo a chamada da clínica para me avisarem que tinha consulta marcada para segunda-feira próxima e que não estavam a conseguir ligarmente porque a chamada ía sempre para o voice mail, na altura nem percebi do que falava e só depois de desligar é que se fez luz na minha cabeça, provavelmente pensou que por ouvir música ao fazer a chamada que isso seria o voice mail quando na realidade é um ringding que tenho para as pessoas ouvirem enquanto não atendo o telemóvel.
Resta-me agora esperar por segunda-feira para ver o que o srº drº diz, quando a consulta que quero só é sexta-feira no ortopedista privado...

segunda-feira, setembro 18, 2006

Universitários a caminho de Braga!

Com as aulas à porta são muitos os jovens que partem para outras cidades em descoberta de novas realidades e novas amizades, contudo tratar de tudo pode tornar-se numa dor de cabeça, com isto em mente e querendo ajudar a minha futura família, a da minha doce Mel, fiz em pouco mais de meia hora um site para aqueles que se vão mudar temporariamente para Braga para estudar na Universidade do Minho e precisa de alojamento.
O site está já online, podem encontrá-lo em http://umquartos.com.sapo.pt e no futuro estará mais completo, com mais informação.

sexta-feira, setembro 15, 2006

Pulso Aberto! ARGH! (Parte III)

Duas semanas de baixa depois e já quase esqueci o chato e embirrante que fui durante a agonia em ter um braço imobilizado ao peito por causa de uma tendinite, não podendo fazer uso dele para nada, comer, escrever até simples tarefas como lavar os dentes, estando preso a casa, por também não poder conduzir, os dias tornaram-se longos até a minha menina ter vindo em meu socorro, logo aí fiquei mais animado e quase que se conseguia perceber um meio sorriso na minha face.
Como não conseguia conduzir, a minha amiga Sónia fez o favor de me vir buscar para irmos apanhá-la à estação de comboio, fico contente por ter um amigo ao virar da esquina que se eu pedir disponibiliza-se para ajudar.
Aos poucos fui conseguindo mexer o braço até ter que parar por acusar um bocado de esforço, hoje posso dizer que mexo-o quase sem limitações, quase porque às vezes ainda sinto a necessidade de parar o que estou a fazer e descansá-lo.
Segunda é dia de voltar ao médico e terça, quiçá, dia de voltar ao trabalho!

terça-feira, setembro 05, 2006

Pulso Aberto! ARGH! (Parte II)

Surpresa das surpresas e eis que o pulso aberto é sem dúvida alguma uma tendinite! Para isso bastou-me uma visita, quinta à noite, à CUF das Descobertas para uma médica diagnosticar-me uma tendinite, receitar unc comprimidos para as dores e uma loção para espalhar no braço, e posteriormente uma enfermeira imobilizar-me o braço ao peito para repousá-lo. Ora sexta de manhã foi dia de marcar uma consulta com a médica de família para obter uma baixa, de modo a poder repousar e também porque não tinha condições para ir trabalhar! Mal saí do consultório meti parte da baixa para a Segurança Social no correio mas logo a seguir arrepender-me... porquê? Porque à conversa com uma colega de trabalho lembrei-me que tinha um seguro pela empresa e como isto foi causado pelo trabalho que faço tinha o direito de activar o dito cujo, mal sabia onde me ía enfiar.

Normalmente sou uma pessoa que quero despachar e resolver os meus assuntos o mais depressa possível, custe o que custar, ora depois de já ter uma baixa e consulta marcada para o ortopedista meti-me numa carga de trabalhos, primeiro tive que me deslocar aos clínicos da minha empresa, explicar o caso à enfermeira, fazer a participação do sucedido, deslocar-me a um médico da seguradora, onde fui acusado pelo médico que o que me tinha sucedido era de longe acidente de tabalho, tirar uma radiografia, voltar a ser visto pelo mesmo parvo do médico da seguradora e afirmar o que já sabia, era uma tendinite, com baixa passada por ele e após uma tarde inteira perdida a fazer figuras tinha agora de anular a baixa que tinha enviado pelo correio e dar conta à empresa da nova baixa.

É uma tristeza o país onde vivemos, não basta uma pessoa ficar doente e ainda ter que convencer os demais que está na realidade doente, tudo bem que o médico da seguradora está a proteger os direitos da seguradora mas antes de abrir o bico que mande fazer os exames necessários, esses sim não mentem, e depois toda a burocracia que involve o facto de uma pessoa adoecer e querer recuperar...

sábado, agosto 26, 2006

Pulso aberto! ARGH!

Dado ao meu dedicado (e exagerado!) empenho no dia de ontem no trabalho ganhei um prémio incómodo, fui para casa com um pulso aberto!
Felizmente o meu irmão tem um pulso elástico, coloquei-o hoje para evitar futuros dissabores e aliviar a dor, bem que precisava de descansar mas hoje e amanhã ainda é dia de trabalho... BAH! Vamos ver como o pulso aguenta ligado até segunda-feira, dia santo para mim visto ser o meu dia de folga! A chatice mesmo é ser a mão direita, mão esta que é a mais usada por mim no trabalho, já que trabalho com uma caneta sobre uma palette a editar imagens...

terça-feira, agosto 22, 2006

Apresentação Sporting 2006/07

O meu clube apresentou-se ontem ao sócios e adeptos a equipa que irá disputar a Liga Portuguesa, Taça de Portugal e Liga dos Campeões. O Jogo foi com a equipa de Luís Figo, o Inter de Milão, mas antes do jogo estava previsto uma série de acontecimentos: animação musical, imagens do jantar do Centenário nos vídeo screens, apresentação da equipa do Sporting Clube de Portugal, Filipe Gonçalves a cantar os parabéns ao SCP, os capitães da equipa oferecem bandeira gigante às claques do clube, homenagem a Francis Obikwelu e Naide Gomes, actuação das Cheerleaders Sporting, entrega dos emblemas de 75 anos a três associados na Tribuna Presidencial e homenagem a Luís Figo no relvado. Pareceu-me um cartaz agradável mas... como era dia de trabalho não deu para assistir a isso, já foi uma batalha conseguir entrar mais cedo ao trabalho para poder ver o jogo no estádio, quanto mais pensar em assistir às cerimónias!
Acabei por chegar mesmo em cima do inicio do jogo, não antes de cumprir com a tradição e comprar um cachorro quente, com uma coca-cola a acompanhar e depois para rematar umas queijadas de Sintra, tudo o que é preciso para um adepto matar a fome! Ao chegar ao lugar verifiquei que estava ocupado e lá tive de ser desmancha prazer e pedir para o senhor mudar de lugar pois aquele estava reservado visto ser lugar cativo.

O jogo foi pobrezito, o Inter dominou a primeira parte e na segunda o Sporting entrou melhor, embora o Inter tivesse tido boas oportunidades para marcar.
No final ouvi um espectáculo pirotécnico ao mesmo tempo que se ouvia a música, virada hino, Leão de Fogo. Acabou por ser uma noite bem agradável e já deu para matar um bocadinho pequeno de saudades do estádio e de todo o ambiente que transforma o futebol num fabuloso evento!

Tudo por eles! (parte II)

Na minha ida ao super-mercado este fim-de-semana passado aproveitei para passar pela área de alimentação para animais domésticos e comprei uns snacks para quando me cruzar com os queridos felinos que pelos jardins da empresa passeiam, o que não tem sido muito evidente nos últimos dias...

quinta-feira, agosto 17, 2006

Tudo por eles!

Eu sou um apaixonado por gatos, sempre que o meu olhar apanha um segue-o enquanto puder, tenho amigos que têm gatos e eles bem sabem o que significa ir lá a casa, basicamente esqueço os meus amigos e agarro-me ao gato. Pode ter piada mas sou mesmo assim! Enfim, adoro gatos e procuro sempre estar com eles e preocupar-me com o seu bem estar, por isso não foi estranho, para quem me conhece, quando descobri que nos jardins da empresa onde trabalho viverem, aparentemente, uns gatitos, até hoje já avistei uma fêmea de corpo preto e patas brancas com uma pequena ninhada manchada e um macho todo preto, tal como qualquer outros gatos estes não são diferentes e por isso evitam o contacto connosco e até mesmo serem vistos.
Sempre que alguém tenta ir ter com eles fogem e escondem-se, por isso qual o meu espanto quando saio do café da empresa e dou-me de caras com a gata junto à parede à procura de comida, tal era o desespero (pensei mais tarde) para arranjar algo que deixou-me aproximar, eu com todo o cuidado baixei-me e deixei-a cheirar-me a mão para mostrar que não lhe desejava mal, tentei-lhe fazer uma ou duas festas mas ele recuou, deu no entanto para perceber que tinha o pelo sujo e estava magra, a gata chegou-se de novo à frente e como quem anseava somente por comida começou a miar, nesse instante quase que deu-me uma coisita má, fiquei de rastos por não poder fazer nada naquele momento, as empregadas do café tentavam assustar a gata e afuguentá-la, ainda pedi para pararem porque a gata não tinha culpa alguma da situação em que se encontrava. Nesse instante prometi a mim mesmo que na próxima folga que tivesse (que será este fim-de-semana) ir a uma loja de animais e informar-me no que poderia fazer/comprar para tentar ajudar aqueles queridos gatos.
Nesse mesmo dia em que choquei com a gata, ao comentar com colegas meus sobre o assunto soube de uma triste história, 2 gatos tinham sido já atropelados no parque da empresa, a cruel pessoa que cometeu tal acto não deu parte do sucedido e foi a segurança da empresa que deparou-se com os dois cadáveres na estrada interna do parque, com esta história lembrei-me que à uma ou duas semanas atrás tinha-me deparado com 2 gatitos na estrada interna, onde alguns colegas da empresa costuma acelerar a fundo por ser uma recta, 2 gatitos na berma estreita do lado direito, numa zona inclinada, pensei se teria sido essa a noite fatídica e temi pelos gatos pois já tinha pensado em parar e pegar nos pequenos e trazê-los para casa, mesmo sabendo que a minha mãe não quer animais em casa. Com grande pena não o fiz...
Agora não há dia, quer vá almoçar, lanchar ou jantar, que não abra mais os olhos perto do café e da cantina da empresa em busca dos gatos para largar um suspiro de alívio e saber que vão conseguindo sobreviver!

segunda-feira, agosto 14, 2006

Boarding at gate 7!


Digam o que disserem depois de possíveis atentados um dos objectivos tem sido concretizados vezes sem conta, disturbar o modo pacífico de vida de cada uma das pessoas que pensam em viajar, claro que com essa disturbação lembram-se as autoridades de supostamente aumentar o nível de alerta, não permitindo certas coisas na bagagem de mão, instala-se a política do medo!
Durante os dias seguintes as medidas de segurança tornam-se mais rígidas que nunca, os vôos atrasam-se para que uma semana depois, mais ou menos, vir um porta voz anunciar que baixaram o nível de alerta e afinal já é mais seguro de novo viajar.
É nestas alturas que o exagero toma conta da situação, não é permitido a uma pessoa levar sequer uma garrafa de água, mesmo que bebendo um gole perante as autoridades, material de valor como máquinas fotográficas, leitores de mp3 ou um portátil, é suposto ir tudo dentro da bagagem que viajará no porão. Até tem um certo sentido mas ao fazermos isso arriscamos a ter uma bela surpresa, bagagem perdida, não é uma coisa assim tão repetida mas é comum, já não basta as bagagens chegaram-nos às mãos quase vindas de um conflicto militar mas agora os danos monetários poderão ser melhor.
Qualquer dia, tal como o cartoon mostra, ao mesmo tempo que passamos pelo posto de segurança quase que podemos avaliar a nossa saúde, facilitando, quiçá, as consultas dos centros de saúde, seria excelente se juntamente com as autoridades estivesse um médico que nos terminasse o exame de saúde, quem sabe se um dia destes os terroristas lembram-se em colocarem um elemento da facção com uma doença infecciosa dentro de um avião...
O senso comum diz-nos sempre que não devemos causa pânico, por isso no passado algumas tentativas de disturbar a paz foram mantidas fora do olhar dos meios de comunicação e dos viajantes, os governos têm capacidade para cumprir com tal decisão, hoje como outros valores se levantam fazem questão de estampar na frente de todas as pessoas estes acontecimentos, agora não me venham dizer que é por acaso porque no dia seguinte à suposta tentativa de atentado, os mercados de petroleo registaram uma descida do barril de petróleo, surpresa das surpresas!
Ainda tenho um semana de férias marcadas para o final de Setembro, estava a pensar ir aos E.U.A. visitar os meus primos e conhecer Chicago, já passou-me pela cabeça se nessa altura estarei a embarcar num vôo em roupa interior porque nunca se sabe do que se vão lembrar amanhã....

sábado, agosto 12, 2006

Things to do...

Aproveitei os últimos dois dias de folga para levar o carro à revisão dos 30.000kms, onde o que me vinha à cabeça era a nota que ía largar com os custos da revisão, no fim acabou por ser mais barato do que a marca me tinha dito, quase menos 130€, mais satisfeito não podia ter ficado, tinha alguns receios que a troca das pastilhas de travões fosse necessário, juntamente com alinhamento da direcção e calibragem, felizmente só foi preciso trocar o óleo, alguns filtros e anilhas.
Como fiquei sem carro durante o dia, ontem tratei de mudar a situação que tinha como sócio do Sporting, isto é, deixar de ter o meu pai a pagar as cotas e passar a ser eu a tratar disso, acho que foi o último passo para ficar livre de todas as questões monetárias relativas ao meu pai, até porque a relação com ele não tem sido a melhor dos últimos tempos... por fim fui cortar o cabelo que me sufocava nestes dias de calor intenso, foi no barbeiro que tive um ataque de realidade! Encontrei lá um senhor que levou a sua mãe de 94/95 anos a cortar o cabelo, uma senhora de baixa estatura, pouco cabelo de branco, de ouvidos surdos e um olhar vidrado. Não se mexia, sentada debaixo do ar condicionado, parecia que fugia do calor que se fazia sentir lá fora, ainda cheguei a pensar, antes de o saber, que fosse a mãe dos dois irmãos, donos da barbearia, acabou por ser a mãe de um senhor, já de idade, que tomava conta dela.
Fiquei um bocado impressionado quando a sentaram na cadeira do barbeiro, retiraram os seus óculos e auriculares (não me recordo do nome exacto), e prepararam-na para cortar o cabelo, numa primeira fase, com grande dificuldade, tentou falar e dizer que se sentia apertada depois numa segunda fase, na altura de lavar a cabeça, o filho levantou-se e colocou a sua mão por debaixo queixo da sua mãe, de modo a ela inclinar a sua cabeça para trás, nesse momento os olhos da senhora parecia que fugiam para cima, transformando-se num mar branco brilhante, fez-me impressão.
Desde o momento em que entrei no barbeiro e dei pela senhora, comecei a imaginar os tempos áureos da sua vida, a vida de uma jovem nos anos 30 e 40, a vida durante as duas guerras mundiais e toda uma vida, certamente, de muito esforço a trabalhar para agora chegar a um ponto de pura decadência, digo isto porque parecia que ela mal se apercebia do que se passava em seu redor, os seus olhos bem abertos pareciam não acusar um pingo de vida, tive um daqueles ataques de consciência que um dia todos nós que somos jovens havemos de estar no lugar daquela senhora, poderá ser um pouco estranho dizer que saí de lá menos preguiçoso mas foi o que senti.
Claro que não seria um último dia de folga se o meu chefe não me telefonasse para pedir algo, por isso mesmo, a meio da tarde, o telefone toca, sabendo que ele entrava hoje de férias o telefonema estava relacionado com um pedido, assim ficou combinado eu entrar ao serviço mais cedo do que previsto, de modo a cobrir a falta de colegas meus, uns que se encontram a fazer a Volta a Portugal em bicicleta e outro colega que se encontra em Israel, o motivo, todos a conhecem...
No meu tempo livre, depois de todos os afazeres, ando um pouco viciado a jogar Trivial no irc, em pouco mais de duas semanas já estou em 11º de 346 pessoas, acho que dá para entender a ideia...

segunda-feira, agosto 07, 2006

Frase do dia!

«Um de vocês vá substituir o vosso chefe que ele já está velho e enferrujado! Aquilo é a primeira peça!»
by M.J., a Chefe do nosso Chefe

segunda-feira, julho 31, 2006

Aviso aos pedintes!

Estou farto de andar a fazer vontades e favores a todos os demais, ora pedem uma coisa e depois lembram-se logo de outra, ora querem algo para ontem com a máxima urgência, ora chateiam-me quase todos os dias com mais e mais pedidos! Já para não falar dos que pedem e nem um "se faz favor" dizem...
Eu sou uma pessoa que gosta de ajudar, mas abusam de uma pessoa à grande e à francesa. Tudo isto tornou-se numa situação desgastante e chata!
Resumindo, o jovem, sinceramente, cansou! A "loja" fechou para TODOS!