Quem diria que na vida nem tudo se perde, já cá não punha os pés à tanto tempo mas mesmo assim é como regressar a um ponto de segurança, um novo ponto de partida...
Após 2 anos de paixões e 1 amor, tudo acabou por terminar num longo barco vazio à deriva em águas mortas, decisões foram tomadas, ainda que contra o batimento forte do coração, a razão declarou-lhe guerra e mesmo ganhando a batalha nada é definitivo, nesta guerra do amor muitas mais batalhas serão travadas, o tempo de espera pela última por vezes sacrifica mais vidas do que qualquer outra coisa, são muitas as lágrimas derramadas em honra dos mais leais sentimentos. O guerreiro, cansado das demais batalhas, recolhe aos seus aposentos, perdidos nos seus próprios sentimentos, sem noção do que fazer ou como agir, sem saber por que ideiais lutar, se valeria a pena arriscar o seu próprio futuro por uma visão que algures dentro de si parecia utópica.
Uma nova vida começa com o nascer de um novo ano, mas como será possível caminhar numa nova estrada quando os pés recusam abandonar aquele mítico lugar onde raízes foram semeadas, onde essas mesmas raízes espalharam os seus braços, abraçando uma longa cama de terra, onde dessa ligação amorosa uma nova flor irradia a sua beleza com o despertar do sol, nascente assim a questão de virar costas a tal beleza tem de ser colocada, não será fácil ao certo e por isso mesmo o guerreiro trava uma batalha consigo mesmo, colocando todos os dias, mais do que uma vez cada dia, a mesma pergunta, tão nua e tão crú mas mesmo assim a resposta nunca é descoberta ou revelada. É certo que o seu coração não irá baixar os braços perante a musculada razão, pois ele bate forte por uma flôr em especial, uma flôr que um dia espera poder admirar de novo, poder sentir o seu perfume e contemplar toda a beleza do pólen dançando ao vento, contudo a obscecada razão teima em avançar, a galope percorrer um novo caminho, ambas forças destruíndo o guerreiro, numa loucura que nem os deuses se atrevem a intrometer-se, pois só ao guerreiro cabe encontrar a paz, o silêncio, o descanso da sua alma, só assim um dia poderá sair das trevas e conseguir apreciar o que vem perdendo, porque afinal de contas, no mais árido terreno nascerá uma bonita flôr desde que a razão e o coração aprendam a caminhar de mãos dadas.
Após 2 anos de paixões e 1 amor, tudo acabou por terminar num longo barco vazio à deriva em águas mortas, decisões foram tomadas, ainda que contra o batimento forte do coração, a razão declarou-lhe guerra e mesmo ganhando a batalha nada é definitivo, nesta guerra do amor muitas mais batalhas serão travadas, o tempo de espera pela última por vezes sacrifica mais vidas do que qualquer outra coisa, são muitas as lágrimas derramadas em honra dos mais leais sentimentos. O guerreiro, cansado das demais batalhas, recolhe aos seus aposentos, perdidos nos seus próprios sentimentos, sem noção do que fazer ou como agir, sem saber por que ideiais lutar, se valeria a pena arriscar o seu próprio futuro por uma visão que algures dentro de si parecia utópica.
Uma nova vida começa com o nascer de um novo ano, mas como será possível caminhar numa nova estrada quando os pés recusam abandonar aquele mítico lugar onde raízes foram semeadas, onde essas mesmas raízes espalharam os seus braços, abraçando uma longa cama de terra, onde dessa ligação amorosa uma nova flor irradia a sua beleza com o despertar do sol, nascente assim a questão de virar costas a tal beleza tem de ser colocada, não será fácil ao certo e por isso mesmo o guerreiro trava uma batalha consigo mesmo, colocando todos os dias, mais do que uma vez cada dia, a mesma pergunta, tão nua e tão crú mas mesmo assim a resposta nunca é descoberta ou revelada. É certo que o seu coração não irá baixar os braços perante a musculada razão, pois ele bate forte por uma flôr em especial, uma flôr que um dia espera poder admirar de novo, poder sentir o seu perfume e contemplar toda a beleza do pólen dançando ao vento, contudo a obscecada razão teima em avançar, a galope percorrer um novo caminho, ambas forças destruíndo o guerreiro, numa loucura que nem os deuses se atrevem a intrometer-se, pois só ao guerreiro cabe encontrar a paz, o silêncio, o descanso da sua alma, só assim um dia poderá sair das trevas e conseguir apreciar o que vem perdendo, porque afinal de contas, no mais árido terreno nascerá uma bonita flôr desde que a razão e o coração aprendam a caminhar de mãos dadas.
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